RAEo



raeo

 


PUBLICIDADE

  • abanhos

    A questão que se coloca, não é simplesmentes o que faz uma academia com a sua língua, vai muito além disso. è na Galiza e no próprio estado no que está essa Galiza, é uma questão jurdica, de pura legalidade.

    – O estatuto de autonomia diz expressamente que a única forma válida dos topónimos da Galiza e na sua firma galega (que é determinada por uma comissão de toponímia sob abençoamento da RAG, ainda que não é RAG, e com critérios muitas vezes pouco coerentes, mais para que se faça sem que se faça por demais -ao modo conservador galego-)
    https://www.xunta.gal/toponimia-e-nomenclator

    O Tribunal Constitucional em reiteradas sentenças veu a sustentar (ainda que no processo involutório e recentralizadir… vaia você saber), que todas as leis de todos os parlamentos dispõe da mesma força jurídica, a diferença mais marcante entre elas é o seu âmbito competencial.

    Dito isso, significa que no estado, onde quer quer for de esse estado, se se escrever toponímia da Galiza tem que usar a forma legalmente única. Lembro bem os letreiros da A6 a saída de Madrid, quando indicavam “A Coruña” (Crunha), pola peculiar normalizaZion regional galega.

    Falando, você poderia usar as variantes que gostar, mas escrevendo e tendo isso carater informativo público, se o estado for de direito, e agir ajustado a Lei, tem que estar na única forma que tem a condição de legal.

    Que logo as nossas autoridades regionais e os seus órgãos nesta matéria da língua não mexem muito e permitem qualquer cousa e ninguém for o que for e apercebido…isso é mais uma qualificação da miséria autoanêmica que se sofre que da simples questão de uso de/as línguas,

    Toponímia e línguas não são além do anterior, nunca uma questão simples e direta, peguem vocês a toponimia da Comunidade de Castela-Leão na internet e procurem nomes que não saõ castelhanos…por exemplo ayuntamiento de Porto….é há milhares. Acaso Oaxaca e toponímia RAE e Anhangabaú AO.

    Por todo o que aponto o post é esquisito e confuso…pois em cada caso há que sabermos com que nos jogamos os quartos (dinheiros), e penso que Mincinho não o sabe, como dizia Santa Teresa e Marx, de bem intencionados estão os infernos cheios

    • abanhos

      Sobre os critérios pouco coerentes da comissão de toponimia um exemplo bem esclarecedor.
      Na nossa lingua os santos que comecam por vogal são santos e os que começam por consonante Sam (São).
      Há inumeras localidades de nome Santo António e Santo Antoinho.
      Pesquisem na ligação que coloquei antes e reparem…algumas são San Antonio outras Santo Antonio, algumas San Antonino outras San Antoniño outras Santo Antoniño…

  • abanhos

    Sobre os critérios pouco coerentes da comissão de toponimia um exemplo bem esclarecedor.
    Na nossa lingua os santos que comecam por vogal são santos e os que começam por consonante Sam (São).
    Há inumeras localidades de nome Santo António e Santo Antoinho.
    Pesquisem na ligação que coloquei antes e reparem…algumas são San Antonio outras Santo Antonio, algumas San Antonino outras San Antoniño outras Santo Antoniño…

    • Ernesto V. Souza

      Pois eu francamente, e com tudo o que expões, acho que concordo mais com Mincinho… com isto como com tudo, com o ensino, com o mundo cultural institucional… Espanha é hostil e irreformável. E pretender conjugar para bem ou para nós o autonomismo, na Galiza não pode ser… É absurdo perder tempo querendo-os obrigar já que não temos força política, nem económica, nem social para conseguir que mudem nada…

      Afinal, é melhor passar deles… e fazer como com as Sementes e o reintegracionismo… articular um mundo em Paralelo, longe dos seus espaços culturais, ferramentas, debates e referencias e ir medrando nele…

      Apertas,

      • abanhos

        Estando de acordo contigo no da españa irreformável, podes estar seguro que eu não quero conjugar o autonomismo, mas ceder já tudo não vai dar certo.
        Fazer o que tu afirmas pode-se bem conjugar com não ceder nada onde houver direitos.
        Os direitos que não se reclamam e exercem esmorecem e morrem

        • Ernesto V. Souza

          Mas caro… não temos como, nem onde defender o nosso direito… de feito esse é um dos problemas… se tivéssemos como… faríamos…

          Melhor passar deles e dedicar energias a outras cousas que ficar a raivar… para que se riam… (e que é o que querem)

          • abanhos

            “Mas caro… não temos como, nem onde defender o nosso direito… de feito esse é um dos problemas… se tivéssemos como… faríamos…”

            Se não somos quem de apreender e de inventarmos….
            Para ganhar as lutas há que se uninir como betão, e enfrentá-las…mão é a maior força a que vai decidir a luta na maioria dos casos