AS AULAS NO CINEMA

QUINTILIANO E A SUA PROPOSTA DE ENSINAR JOGANDO

Documentários sobre a educação na antiga Roma



quintiliano-desenhoDentro da série que estou a dedicar aos grandes vultos da humanidade, toca esta vez falar do pedagogo romano mais importante, que em algumas das suas propostas educativas se adiantou mesmo à pedagogia moderna. É isto o caso de Marco Fábio Quintiliano, que tinha nascido em Calahorra (Logronho – Rioxa) no ano 35 da nossa era, e faleceu em Roma no ano 95. Quintiliano foi, junto com Séneca, um dos mais respeitados pedagogos romanos. Lecionou na escola de retórica e valorizava os aspetos técnicos da educação, distanciando-se da filosofia. Valoriza a psicologia como instrumento para conhecer a individualidade do aluno. Não se prendia a discussões teóricas, mas procurava fazer observações técnicas e indicações práticas. Assim, segundo ele, os cuidados com a criança começam na primeira infância, desde a escolha da ama. Para a iniciação às letras, sugere o ensino simultâneo da leitura e da escrita, criticando as formas vigentes por dificultarem a aprendizagem. Recomenda alternar trabalho e recreação para que a atividade escolar seja menos árdua e mais proveitosa. Considera importante a aprendizagem em grupo, atividade que favorece a emulação, de natureza altamente saudável e estimulante. No ideal da formação enciclopédica, inclui os exercícios físicos, desde que realizados sem exagero. No estudo da gramática, busca a clareza, a correção, a elegância. Ao valorizar os clássicos, como Homero e Virgílio, reconhece na literatura não só o aspeto estético, mas o espiritual e o ético.

Quintiliano defendia que o estudo devia dar-se num espaço de alegria (schola), onde o ensino da leitura e da escrita devia ser oferecido pelo mestre do brinquedo (ludi-magister). Quero destacar de forma sintética, embora os tenha mencionado antes, que os aspetos básicos do seu pensamento pedagógico são os seguintes:

– Distancia-se da filosofia, preferindo os aspetos técnicos da educação, sobretudo da formação do orador.

– Valoriza a psicologia como instrumento para conhecer a individualidade do aluno.

– Sugere, para iniciação às letras, o ensino simultâneo da leitura e da escrita, criticando as formas vigentes na sua época por dificultar a aprendizagem.

– Recomenda alternar trabalho e recreação para que a atividade escolar seja mais agradável, menos árdua e mais proveitosa. Em definitivo, mais lúdica.

– Considera importante que a criança aprenda em grupo, por favorecer a competição e a emulação, de natureza altamente saudável e estimulante.

– Recomenda a prática dos exercícios físicos, realizada sem exageros.

– Valoriza a busca da clareza, a correção, a elegância e os clássicos como Homero e Virgílio no estudo de gramática, reconhecendo os aspetos estético, espiritual e ético.

Segundo ele a moral das crianças é fácil de corromper-se. O nosso erro, opina, consiste em ser demasiado indulgentes com elas. Ademais, brindamos-lhes demasiados luxos, e o resultado é que se voltam incapazes de sentir verdadeiro apreço. Ao igual que Sócrates, acreditava que devia insistir-se na simplicidade, em todos os níveis do ensino. Adiantando-se à sua época, opõe-se aos castigos corporais, os quais, pensava, provocam só temor e uma atitude submissa. O bom mestre deve empregar um sistema de recompensas positivas (prémios) e apelar assim ao idealismo dos alunos. Os castigos corporais significavam um fracasso por parte dos mestres. A educação deve de conduzir-se de tal forma que o aluno adquira o senso da honra e da integridade. Opinava ademais que todos os ramos do saber estavam relacionados entre si: a criança não devia conhecer só os elementos da leitura, a escrita e a aritmética, senão que se devia familiarizar também com a poesia e com a ciência.

O plano educativo e currículo de Quintiliano compreende três partes. O primeiro grau da instrução inclui leitura, escrita, aritmética e gramática latina e grega, e insistia de modo especial em que a criança estudasse grego numa fase primeira do seu desenvolvimento. O segundo grau da instrução compreendia oratória, literatura, geometria, astronomia, música e filosofia. O terceiro grau para estudantes excecionais somente, é a escola de Retórica, que corresponde à universidade moderna. Na mesma, o programa de estudos compreende lógica, história, crítica literária, dialética e, especialmente, oratória. Estas escolas tinham por objeto preparar um homem que tivesse a eloquência dum advogado e que usasse os conhecimentos teóricos para progredir na sua vida profissional. Quintiliano repetia que a educação deve dar muita importância à arte da comunicação, e ainda mais às qualidades intelectuais e morais. A educação é, basicamente, uma visão, não uma metodologia; é uma visão da consciência e as potencialidades do homem; este só se há encontrar a si mesmo se cultiva a sua chispa interior. Ser demasiado práticos em educação, ou em filosofia, é deixar-se enganar pelos ídolos da tribo; é perder o caminho e o senso da meta final.

FICHAS DOS DOCUMENTÁRIOS:

1. Breve História das Ideias Pedagógicas. Mundo: Antiguidade, Idade Média e Renascimento. (Brasil, 2010, 37 min., a cores, documentário, DVD).quintiliano-capa-dvd-breve-historia-das-ideias-pedagogicas

Produtoras: Atta Mídia e Educação (São Paulo) e Paulus Editora.

Coordena: Alessandra Arce (Mestre em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de São Carlos e coordenadora do Curso de Pedagogia. Editora da Revista Educação e Cidadania, é autora de artigos e livros entre os quais A Pedagogia na Era das Revoluções, uma análise do pensamento de Pestalozzi e Froebel).

Comentário: Ao falarmos de ideias pedagógicas nos referimos ao conjunto de ideias que tem um conteúdo teórico-metodológico que interfere no cotidiano escolar. Neste programa, Alessandra Arce contextualiza, reconstrói e mostra a concreticidade que estas ideias assumem no fazer educacional cotidiano de cada período histórico e suas influências nos períodos posteriores. E aponta o estudo dos grandes pensadores das mais diversas áreas como fundamental para a compreensão destas ideias.

Conteúdo: Antiguidade Clássica: A Paideia grega. Trivium e Quadrivium. A separação entre o pensar e o fazer. A infância. Idade Média. Renascimento.

2. Documentários vários sobre a educação na antiga Roma, em Youtube: Ligações para os poder ver:

a. https://www.youtube.com/watch?v=ntynncFM7cw

b. https://www.youtube.com/watch?v=-uU0UwQqBFU

c. https://www.youtube.com/watch?v=I7YKepliK9k

d. https://www.youtube.com/watch?v=Kj9MdkmGX94

e. https://www.youtube.com/watch?v=M1AL8nGFDRk

f. https://www.youtube.com/watch?v=drwiQZWhRtQ

PEQUENA BIOGRAFIA:

Quintiliano foi um orador, educador e escritor romano nascido em Calagurris Nassica, hoje Calahorra, na Rioxa, famoso retórico e crítico literário e considerado a honra da magistratura romana. Estudou retórica em Roma com os maiores mestres de seu tempo, retornou à Hispânia (ano 57) e transferiu-se definitivamente para Roma (ano 68), onde fundou uma escola particular de ensino de retórica, transformada depois em escola pública pelo imperador Vespasiano, que o manteve como professor remunerado de Retórica. Professor por cerca de vinte anos, pioneiro como mestre do ensino oficial, aposentou-se (ano 91) para se dedicar exclusivamente à escrita, sendo então nomeado preceptor dos dous sobrinhos-netos do imperador Domiciano e morreu em Roma. Um de seus alunos mais famosos foi Plínio o Jovem e sua mais significativa obra foi De institutione oratoria (ano 95), publicada em 12 volumes, onde o autor apresentou diretrizes para a formação cultural dos romanos, da infância à maturidade.quintiliano-estela-de-uma-escola-romana

Em Roma, Capital do império, fora discípulo de Palémon, gramático de Roma que gozou de grande reputação no século I e de Domício Áfer, um orador latino. Dessa forma Quintiliano tinha uma grande formação pessoal, dominando a gramática e a oratória, sendo um jurista importante, tendo lecionado na escola retórica, fundada em Roma (O Império Romano teve grandes vultos, muitos deles famosos pela eloquência empregada nos discursos, com destaque para os juristas e os membros da classe política). Durante o reinado do imperador Vespasiano, obteve o cargo de professor. Após deixar o ensino, Quintiliano redige o De Institutione Oratoria (Instituições Oratórias), tal como comentei, verdadeiro tratado de educação intelectual e moral, uma espécie de Tratado de Educação Geral, com ênfase na pessoa do mestre que deverá ser uma pessoa de caráter, retidão e de ciência, na medida em que as suas atitudes e conduta influenciarão de forma determinante o desenvolvimento do aluno. Este é o seu livro pedagógico mais importante, composto por doze volumes, numerados de I a XII, e propõe-se a formar o orador, através da exposição pormenorizada dos objetivos da educação, dos programas e das metodologias a adotar.

PROPOSTAS PEDAGÓGICAS DE QUINTILIANO:

O volume I das Instituições é consagrado à educação da criança na família e na casa do gramático, onde permanece até perto dos dezasseis anos de idade, altura em que é guiado até aos cuidados do professor de retórica. Opõe-se à preceptoria particular e considera que a criança deverá começar a frequentar a escola pública o mais cedo possível. Alerta para a necessidade de se identificarem os talentos nas crianças e coloca a problemática das diferenças individuais (no que se refere às capacidades e ao caráter) e das formas de procedimento a adotar perante elas, devendo o mestre observar cada criança individualmente, respeitando-a e avaliando sua índole a fim de estabelecer o tipo e grau de complexidade das tarefas que deveriam ser apresentadas. Para Quintiliano as crianças eram, em sua grande maioria, talentosas para falar, devendo esse talento ser estimulado. Assim sendo, ficava comprovada a importância de se preocupar com a formação oratória da criança desde cedo, para que seu talento não viesse a desaparecer por falta de estímulos.

Sugere que os alunos sejam distribuídos por classes logo a partir da escola primária, além disso, que a educação das crianças não devia ser realizada de forma a impor-lhes tarefas, cuidando principalmente dos mais jovens, incutindo neles o amor aos estudos, o estudo deveria ser para eles, então, como um divertimento; tinham de ser questionados e elogiados quando fizessem um bom trabalho. Por outro lado, quando estivessem desestimulados, era necessário criar um clima de competição entre os alunos, fazendo com que acreditassem que seus amigos eram melhores, a fim de serem instigados a dar o melhor de si nas atividades propostas pelo mestre. Refere ainda a importância do aproveitamento da memória do aluno como peça-chave do processo educativo.

Quintiliano via a leitura como algo que deveria ser apresentada gradativamente às crianças, a fim de que elas absorvessem informações com facilidade e fossem capazes de formularem questões. Quintiliano acrescenta que os alunos necessitam de intervalos destinados ao descanso. Aconselha, todavia, que haja uma medida para os descansos, pois estes, se negados, criam ódio aos estudos, e, se oferecidos em demasia, o hábito da ociosidade. Para Quintiliano, o estudo deve ser então, uma atividade prazerosa. O autor condena também os castigos corporais, os quais eram fortemente empregados tanto na educação grega quanto na romana como forma de o mestre firmar sua autoridade. Considera os castigos inúteis e, além disso, afirma que se os mestres efetivamente conduzissem as crianças a cumprirem suas obrigações, não haveria necessidade de castigá-las. A pedagogia de Quintiliano visa como ele mesmo afirma, à formação de um aluno que seja ele mesmo capaz de buscar o conhecimento.

Quintiliano parte de um otimismo pedagógico radical. Otimismo que afeta, em primeiro lugar, a natureza humana. Uma criança que nasce é um feixe de esplêndidas possibilidades. Os absolutamente incapacitados para o saber e para o bem obrar constituem uma exceção. Daí as palavras quase triunfais que abrem as primeiras páginas do seu livro: “Nascido o filho, conceba o pai as melhores esperanças sobre ele”. Porém, o seu otimismo afeta também, ademais da sua natureza, o extraordinário poder da educação. Em outras palavras: defende com ardor quase que ingénuo tanto a educabilidade como a educação do ser humano. Segundo ele, a pessoa é certamente educável, maleável e dúctil. No entanto, não chegará a encarnar o ideal do “orator” se não é devidamente conduzido por uma mão sábia. A importância do educador e do método educativo estão, portanto, fora de discussão. Essa é a razão de que ponha tanto empenho em que os pais saibam escolher um bom mestre e também a razão de que dedique tão interessantes e profundas páginas a pôr de relevo as qualidades do bom educador. Trata-se antes de nada, de qualidades éticas, embora acompanhadas de erudição que de nenhuma maneira se conforma com a habilidade do bom dizer. O educador ideal será aquele que ademais conte com uma larga experiência como orador.

Há que destacar ainda, pelo que tem de moderno, que sempre defendeu a educação e a escola pública, contra aqueles que seguiam empenhados em defender os esquemas privatistas e familiares. Também insistiu em todo o momento que havia que afrontar a educação da criança desde as primeiras idades, e isso tanto no que respeita à aquisição de hábitos como de conhecimentos. Muito acertadamente preocupava-se ademais do tema do ambiente e do entorno que há de circundar o educando, com propostas inéditas até esse momento: necessidade de vigiar continuamente a influência dos adultos que convivam com a criança, necessidade da compreensão, do estímulo e da motivação. Pelo que se refere a temas metodológicos, é indubitável a riqueza das suas apreciações sobre o aproveitamento que se deve tirar do poder imitativo e da memória infantis, sobre a necessidade de não correr nas primeiras etapas da aprendizagem, sobre a conveniência de deparar às crianças um ensino variado, não monotemático nem reiterativo, sobre a importância da discussão como método de trabalho e tantas outras propostas inovadoras. E tudo para conseguir um homem bom “orador”, que devia ser ante tudo um “vir bonus”, um homem de bem, formado na virtude.

AS PALAVRAS DE QUINTILIANO:

É bom deixar que fale o próprio Quintiliano, pois as suas palavras, além de inovadoras e muito modernas, são muito claras e diáfanas. São famosas as suas frases em que nos diz que a melhor maneira de ensinar é jogando, utilizando todo o tipo de atividades lúdicas. E também que o pai deve receber com verdadeira alegria e esperança o nascimento de seu filho. No seu famoso livro pedagógico, do que tiramos três trechos, entre outras muitas cousas, diz-nos:

1. “Que um pai conceba, pois, apenas nascer seu filho, as melhores esperanças ao seu respeito; porque assim há de tornar-se, desde o princípio, mais solícito no que se refere à sua educação, já que a queixa de que “muito poucas pessoas têm a faculdade de compreender o que lhes é ensinado, e que, devido à sua falta de jeito para entender, a maioria perdem tempo e trabalho”, é totalmente infundada. Pelo contrário, encontraremos que a maioria das pessoas captam com prontidão e aprendem rapidamente, já que essa rapidez é natural no ser humano, e assim como os pássaros nasceram para voar, os cavalos para correr e as bestas selvagens para amostrar-se ferozes, nós temos o entendimento ativo e sagaz. Daí que se acredite que a mente é de origem divina.

No caso das pessoas desajeitadas e incapazes de aprender não se dá, na natureza, com mais frequência que o das pessoas monstruosas e deformes, que são, aliás, muito poucas. A prova desta afirmação é o facto de que, entre as crianças abundam as grandes promessas; e se estas não se realizarem com o passar do tempo, é evidente que não é por falta de capacidade natural, mas de aplicação”.

2. “A respeito da criança que adquiriu facilidade na leitura e na escrita, o passo seguinte é receber instrução dos gramáticos. Não tem importância o facto de que eu fale do gramático grego ou latino, embora me incline a pensar que o grego deveria ter a precedência. Os dous têm o mesmo método. Essa ciência, pois, dividida como está, em duas partes, a arte de falar corretamente e a ilustração dos poetas esconde mais no seu interior do que amostra na sua superfície. Pois não só a arte de escrever se combina com a de falar, senão que a leitura correta precede à ilustração, e a tudo isto se agrega a prática do juízo, que os antigos gramáticos usavam, em efeito, com tal severidade, que não só se permitiam sinalar alguns versos com uma mostra especial de censura, e desterrar das suas coleções, como espúrios, alguns livros inscritos com títulos falsos, senão que até faziam que alguns autores se ajustassem aos seus cânones e excluíam outros por completo de toda a classificação. Não é tampouco suficiente ter lido somente os poetas. Devem estudar-se toda a classe de escritores, não simplesmente pelo conteúdo, como pelas palavras, que amiúde derivam a sua autoridade dos autores. Nem será completa a gramática sem conhecimentos de música, dado que o gramático deve falar de metros e ritmo; nem poderá entender os poetas se ignora a astronomia”.

3. “Prefiro que a criança se inicie pela língua grega, porque o latim, que é de uso corrente, o vai aprender, embora nós tratássemos de lho não permitir e, ao mesmo tempo, porque deve ser instruído primeiro sobre a cultura grega, da qual se deriva a nossa. Contudo, não quisera que esta regra fosse observada em forma tão supersticiosa que, durante largo tempo, a criança falasse e aprendesse só grego, como costuma a maioria da gente; pois daí nascem muitos defeitos da pronúncia, viciosamente adaptada aos sons não próprios, e também da linguagem, em que, os modismos gregos, assimilados pelo uso constante, conservam de forma obstinada o seu lugar, ainda quando falamos um idioma diferente. O estudo do latim deveria, pois, seguir a curta distância o do grego e pôr-se pouco depois à mesma altura. E sucederá então que, tendo começado a ocupar-nos das duas línguas com a mesma atenção, nenhuma delas estorvará a outra”.

TEMAS PARA REFLETIR E REALIZAR:

Depois de ver os documentários, organizamos um Cinema-fórum, para analisar a forma e o conteúdo dos mesmos.

Nos estabelecimentos de ensino podemos realizar uma amostra-exposição monográfica dedicada a Quintiliano, em que se incluam textos, imagens, cartazes, aforismos e frases, livros e murais. Os escolares podem colaborar com trabalhos por eles realizados, redações, desenhos e textos. E mesmo com brinquedos romanos por eles construídos.

Existem duas alternativas de atividades escolares a realizar sobre o tema de Quintiliano. Podemos organizar uma dramatização ou jogo dramático, sendo ele a personagem central protagonista, como um “ludi-magister” romano, dentro de uma escola romana típica da época. Antes elaboramos, com imaginação, um guião ou roteiro dramático. A segunda atividade podia ser a realização dum Livro-fórum, com a participação de escolares e docentes no mesmo. Depois de ler todos, por exemplo, alguns dos volumes da sua famosa obra Instituições Oratórias, a escolher entre os 12 de que consta.

José Paz Rodrigues

É Professor de EGB em excedência, licenciado em Pedagogia e graduado pela Universidade Complutense de Madrid. Conseguiu o Doutoramento na UNED com a Tese Tagore, pioneiro da nova educação. Foi professor na Faculdade de Educação de Ourense (Universidade de Vigo); professor-tutor de Pedagogia e Didática no Centro Associado da UNED de Ponte Vedra desde o curso 1973-74 até à atualidade; subdiretor e mais tarde diretor da Escola Normal de Ourense. Levou adiante um amplíssimo leque de atividades educativas e de renovação pedagógica. Tem publicado inúmeros artigos sobre temas educativos e Tagore nas revistas O Ensino, Nós, Cadernos do Povo, Vida Escolar, Comunidad Educativa, Padres y Maestros, BILE, Agália, Temas de O ensino, The Visva Bharati Quarterly, Jignasa (em bengali)... Artigos sobre tema cultural, nomeadamente sobre a Índia, no Portal Galego da Língua, A Nosa Terra, La Región, El Correo Gallego, A Peneira, Semanário Minho, Faro de Vigo, Teima, Tempos Novos, Bisbarra, Ourense... Unidades didáticas sobre Os magustos, Os Direitos Humanos, A Paz, O Entroido, As árvores, Os Maios, A Mulher, O Meio ambiente; Rodrigues Lapa, Celso Emílio Ferreiro, Carvalho Calero, São Bernardo e o Cister em Ourense, em condição de coordenador do Seminário Permanente de Desenho Curricular dos MRPs ASPGP e APJEGP.

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