Prémios ‘Tattoos da Galiza’ 2017



O Clube da Lingua do IES Marco do Cambalhom, de Vila de Cruzes, vem de fazer público o resultado do Concurso de fotografias de tatuagens “Tattoos da Galiza 2017”. Nesta terceira ediçom, as fotos premiadas segundo o jurado, composto por alunado e professorado do instituto, som:

Na categoria de Tattoos sem palavras:

1.Estalotes, de Karina Pereira Rei.estalotes
2. Pandeiretinha no dedo, de Geni Dominguez.

pandeireta
3. Folha, de Raque Lilolelale
Queremos fazer umha mençom especial ao tattoo de Iria Molina Dorado dos petroglifos de Laxe das Rodas, tatuado por Martuk Tuk Rodríguez, que despois de ser premiado na passada ediçom, estendeu-se polo braço, aumentando a sua força visual.

Na categoria de Tattoos com palavras:

1. Sempre ceives, de Charo Lopes, da tatuadora Piratum. charo-lopes
2. As sete vogais de Leo Arremecághona, tattoo de Sara Marchena e Esther Das Luras.

ouiea
3. “Defender a alegria como uma trincheira”, de Llerena Perozo Porteiro.

defender-a-alegria

 

O Projeto Tattoos da Galiza tem como objetivo visualizar a lingua e a cultura galega representada a flor de pel, nas tatuagens das persoas que levam a identidade galega tatuada. Com esta terceira ediçom o número de fotos de tatuagens totais recolhidos até o momento polo Clube da Lingua aproxima-se às quinhentas, que se podem olhar no blogue www.blogoteca.com/tattoosdagaliza.

“Entre muita gente esta-se a fazer visível umha coleçom de fotos de tatoos esteticamente mui fermosa e eticamente vinculada a princípios de justiça social. Toda umha obra de arte e de comunicaçom coletiva fruto dum proceso de participaçom social intenso e cheio de emoçons”, explicam desde o Clube da Língua.

Desde o Clube da Lingua aseguran que “este projeto permite-nos descobrer algo que ninguém imaginava: as Galizas que levamos tatuadas na pel. Este projeto fai visível  o passo do íntimo ao coletivo, da persoa  à identidade social. E viceversa. É umha  representaçom da identidade galega, complexa, tradicional  e renovada. Ao fazer permanentes as tatuagens sobre o corpo, transmite-se a ideia de que se fam permanentes a nossa língua e a nossa identidade, em crise, a se debater entre a resisténcia e a criatividade. As tatuagens dam-lhe visibilidade  à nossa lingua e cultura nuns ámbitos pouco vísiveis nos medios de comunicaçom convencionais da Galiza: os espaços  nos que a língua existe naturalmente asociada às últimas tendéncias, à modernidade, à atualidade, à vangarda, à gente nova, às últimas geraçons.”

Desde o Clube da Língua explicam que se sentem [email protected] com a gente que participou no projeto  “porque compartíssedes com nós, com a rede social, a vossa criatividade, a vossa vontade de comunicaçom, a vossa alegria, a vossa Galiza, a vossa pel.”


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