Novidade Através -‘Animais de estimação e bestas de companhia’ Rebeca Baceiredo



Animais de estimação e bestas de companhia é um livro em que a autora explora duma ótica filosófica a nossa relação com outras espécies e estuda a alteridade e a relação dos humanos com um Outro animal. Como se constrói a subjetividade com respeito ao Outro, o arriscado de falar por boca do Outro e a possibilidade da sua mercantilização são temas que aparecem neste ensaio. Rebeca Baceiredo faz um estudo desse outro animal que estamos se(gui)ndo.

“O universo da pulga —diz Deleuze— é aguardar até sentir calor e atirar-se sobre esse foco térmico que é o corpo de outro animal. Ignoramos se a pulga só percebe isso, se a existência da pulga se limita a tal exercício, se o mosquito que procura o sangue doce no quarto escuro da noite não contempla a possibilidade de que eu acorde e o esmague contra a parede. Não o sabe? mas intui-o, pois ao acender a luz permanece quieto, evitando o perigo.”

 


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Título: Animais de estimação e bestas de companhia
Data de impressão: janeiro 2019, 1ª edição
Edita: Através Editora
Género: Ensaio
Descrição: 99 páginas, 14 x 21 cm
Encadernação:brochado
Coleção: Através das Ideias, 10
Diagramação: Teresa Crisanta V. Pilhado
Capa: Andrea López Álvarez
ISBN: 978-84-16545-26-1
Depósito legal: C 4-2019

O preço deste volume em livrarias  9 € mas, como sempre, para quem estiver subscrito ao Clube aplicaremos um desconto de 20% ficando em 7,20 €.

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A autora:
Rebeca Baceiredo (Ourense, 1979)
É uma filósofa e escritora galega. Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Santiago e doutora em Filosofia com uma tese sobre Gilles Deleuze, Achegas onto-éticas para a liberación do suxeito. Unha aproximación a partir da filosofía de Gilles Deleuze. Publicou O suxeito posmoderno. Entre a estética e o consumo (Prémio Ramón Piñeiro de Ensaio 2005; Galaxia 2006), (repeat to fade) (Estaleiro, 2011), A revolución non vai ser televisada. Devir imperceptible seguindo a Gilles Deleuze (Prémio AELG de Ensaio, 2013; Euseino? 2013), E meterei a miña lei no seu peito (Estaleiro Editores, 2014), Capitalismo e fascismo (Euseino? 2015), Oiko-nomía do xénero. Relato das clausuras (Axóuxere, 2016), O canto da Sibila (Galaxia, 2016) e A verdade errada e a representación errante (Euseino?, 2018).


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