Mordida, poemário de Ugio Outeiro para descarregar na Através



Através editora oferece para descarregar, ‘Mordida’, poemário de Eugénio Outeiro.

Descarregar na loja Através.

 

O AUTOR:

uxioChamo-me Eugénio Outeiro e nasci na Ilha de Arousa, Galiza, em Abril de 1976. Sou poeta, budista zen, reintegracionista, desenhador web amador, e professor de português. Algumas destas coisas aparecem misturadas de diversas maneiras neste blogue.

Escrevi um modesto livro de poemas, Às Vezes Vida, que a associação cultural Ateneo de Pontevedra teve a bem publicar no verão de 2002, e em julho de 2012 foi publicado o meu segundo livro, Mordida, da mão da Através Editora.

Tento focar a escrita como um complemento de uma prática mais funda e completa: o budismo zen. Pretendo que a poesia seja uma espécie de lupa que me ajude a ver detalhes de que não sou consciente no dia-a-dia.

O meu mestre na prática do zen é Dokushô Villalba Roshi, fundador da Comunidad Budista Soto Zen e do Templo Luz Serena. Também faço parte da Associação Zen de Galiza, de que sou secretário.

Participei durante anos do conselho da Associaçom Galega da Língua (AGAL), no seio da qual tenho desenvolvido o meu gosto pelo desenho gráfico e o desenho web. O portal de blogues que serve de plataforma a este é, por exemplo, da minha responsabilidade. Também é meu o desenho dos sites da AGAL, da Revista AGÁLIA, a loja on-line Imperdível, e dos cursos aPorto, por colocar só aqueles de que me sinto mais orgulhoso.

A única profissão que tenho, porém, é professor de português como língua segunda. Atualmente são os alunos da Escola Oficial de Idiomas de Lugo que têm de suportar as minhas aulas, mas já lecionei nas EOI’s de Vila Garcia de Arousa, Santiago e Alacant.

Mantenho o blogue (Intra!), deixo por aqui sobretudo traduções de textos que quero ler e só encontro em inglês. Achei boa ideia traduzi-los para entendê-los melhor eu próprio, e uma vez feito o trabalho, acho que vale a pena ser compartido.

 

A OBRA:

mordidaTudo o que escrevo é uma descoberta pessoal, sempre. Desde que comecei a escrever versos, lá na adolescência, reparei que a busca de ritmo e musicalidade me levam a desvendar, sem querê-lo, aquelas cousas que no dia a dia prefiro ignorar. Por isso quando escrevo aprendo muito sobre mim e a minha relação com o mundo, às vezes de forma dolorosa. No caso de Mordida, inquietava-me a minha relação com a comida, e decidi conscientemente ir à procura de respostas.

A comida é algo demasiado próximo para que não esteja reflectida a minha experiência pessoal, e até familiar, mas o melhor que fiz na busca foi documentar-me. Li muito, pensando especificamente no livro, e isso fijo com que a obra crescesse mais do que eu esperava. Na poesia fum introduzindo dados que ia descobrindo, que me faziam reflectir sobre mim mesmo, entanto que indivíduo, mas também como representante da espécie humana neste canto do mundo. Afinal, acho que ficou um livro bastante intelectual, mas ao mesmo tempo íntimo e pessoal.

 

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