FUNDAÇÃO MEENDINHO ENTREGA NA ACADEMIA GALEGA UM EXEMPLAR DO VOCABULÁRIO DO PORTUGUÊS MEDIEVAL



A F. Meendinho, obteve no Rio de Janeiro, como consequência do seu relacionamento com a Fundação Rui Barbosa, um exemplar do Vocabulário do Português Medieval com o objetivo de que ele fosse entregue e depositado na Academia Galega da Língua Portuguesa.

Em 20 de dezembro, foi entregue e depositado na biblioteca da entidade na Casa das Palavras, em Compostela, é dizer os dous volumes que constituem o vocabulário, com perto de 2800 páginas.

Agora os acadêmicos e estudiosos dispõem no recinto de esta obra fundamental e que preencheu um espaço fulcral da nossa cultura.

Eis o que se apontava no momento do lançamento do vocabulário, que não está a venda:

A realização da obra levou 35 anos, começada por Geraldo da Cunha, foi continuada por outros pesquisados com o apoio económico do Governo Federal Brasileiro-.

E sobre a obra o ISCTE, opinava: “ O projeto é do conhecido lexicógrafo Antônio Geraldo da Cunha. Esta obra começou a ser elaborada no Sector de Filologia da Fundação Rui Barbosa, em Janeiro de 1979, constituindo um levantamento exaustivo do léxico da língua portuguesa nos séculos XIII, XIV e XV, recolhido em cerca de cem obras medievais. Antes da sua conclusão em 2006, versões intermediárias parciais da obra foram publicadas em 1984, 1986 e 1994. Entretanto, com a coordenação das investigadoras Ivette Maria Savelli e Laura do Carmo, foi possível reunir em CD-ROM as informações das mais de 160 000 fichas — que também foram utilizadas na datação das entradas do Dicionário Houaiss”.

O português medieval não entendia de raias políticas nem de estados, e assim resulta que as obras para o levantamento do léxico medieval do português, fora de obras, tanto a norte como a sul do rio Minho.

Recentemente a obra também foi disponibilizado em formato CD-ROM. A Fundação Rui Barbosa informou a F. Meendinho, que uma vez distribuídos os exemplares impressos, no futuro será disponibilizada via internet, dado o grande interesse que esta obra está achando por todo lado.


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  • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

    Português medieval? Mais um sequestro da nossa história. É galego (antigo). É só despoixas o século XVII que o galego de sul do Minho se torna português, ao incorporar materiais alheios ao galego (nomeadamente cultismos latinos e gregos, italianismos, galicismos, muitos castelanismos, e mais tamém moçarabismos). Deica aquela nom havia português, mais galego.

    • abanhos

      O nome não é problema, tanto faz que a língua se lhe chamar galego, português ou romanço norocidental peninsular… Pois em qualquer caso não deixa de ser uma só língua.
      O português já era português quando só o chamavam de galego, e o galego, foi sempre o galego aínda que o chamaram português.
      O problema não está no nome, está na nossa condição de súbditos do reino de Espanha e os portugueses não… Por isso o castelhano, nem o toscano nem o Franciano fazem problema com o nome da sua língua, por ser tudo no mesmo estado.

      • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

        Nom presta tomarmos simples princípios, hipóteses ou teorias coma artigos de fé ou verdades absolutas. Segundo esses vossos mesmos princípios o catalám e o occitano, ou o suiço e o alemám, nunca teriam deixado de ser a mesma língua (e de serem veiculados co mesmo padrom), o que nom é o caso.

        Tampouco adianta projetarmos no passado as circunstâncias do presente: o italiano só foi italiano despoixas da Itália ser algo mais ca umha mera expressom geográfica. Deica entom, nunca foi mais ca toscano, ou florentim (mesmo com todos os sicilianismos que tinha incorporado dos tempos da escola sículo-toscana e mais o prestígio e uso que desfrutava por toda a geografia italiana). Portanto, antes de existir Portugal, nom havia português. Antes da apariçom do homo sapiens nom havia homo sapiens, havia apenas outros «homo» (algum dos quais viria co tempo a evoluir no homo sapiens, for fortuna, ou desfortuna).

        Quanto ao francês, ele nunca abandonou o nome da terra da sua origem (a ilha da França) pra adoptar um termo mais abrangente, como, por exemplo, gaulês, mesmo chegando a dominanar a extensom inteira da Gália (o castelám sim adotou o termo universal de espanhol, ao lado do originário). O francês conservou o nome da sua terra originária. O português, em troques, sim abandonou o nome da sua terra de origem, o reino da Galiza, por razões puramente separatistas (a Galiza norte ficava a pertencer a um outro reino, rival).

        A verdadeira questom é como conjugar o soberanismo galego, linguístico e político, coa doutrina lusista da nossa incorporaçom numha língua de vocaçom imperial e colonialista. Simplesmente, nom dá. O que move esse vosso lusismo é umha referência puramente espanhola, e assi estamos na mesma …

        • Galego da área mindoniense

          Nom dá pra quem nom quer. Obviamente, nós nom podemos limitar-nos a aceitar um padrom lisboeta que nom nos corresponde. Os galegos devemos criar o nosso padrom e logo os demais países da galaicofonia que o aceitem, se quigerem. Ou que façam algũa aproximaçom.

          • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

            Assi é, o uso do padrom lisboeta nom nos presta, nós já temos o nosso. E nom é umha simples questom ortográfica, mais mormente morfosintática, fraseológica, lexical, mesmo semântica.

            E o padrom européu e mais o brasileiro já estám bem formados e autonomizados, nom precisam aproximar-se de nós …

          • Galego da área mindoniense

            Pois entom que nom façam máis Acordos Ortográficos entre iles. Se fizerem algum máis no futuro, que seja pra aproximar-se a norma galega reintegracionista (nom lusista).
            Já no resto, issas diferenças som até enriquecedoras da língua. Por exemplo, as diferenças lexicais dam-nos máis sinônimos e opções pra expressar sentimentos, denominar objetos ou animais…

          • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

            Atençom, os acordos ortográficos nom mudam rem das normas existentes, agás algumha letra nalgumhas palavras. Cada norma continua coa própria sintaxe, léxico, semântica e fraseologia, que nom mudam nada.

            Já pedir que a norma portuguesa europeia e a brasileira se aproximem da norma galega reintegracionista, que a praticamos quatro tolos da interné e um replicante, entra no eido da ficçom científica …

            Quanto à riqueza lexical e fraseológica, cada norma tem a sua, nom presta misturá-las. Ningum brasileiro vai dizer ou escrever «bardante», da mesma maneira que nós nom temos que dizer «tanto faz» quando temos o nosso «tanto tem». Começa a xurdir um complexo de inferioridade que leva muitos reintegracionistas a reprimir o nosso e empregar o lisboeta. Antigamente era o complexo de inferioridade perante os usos de Madri, agora …

          • Galego da área mindoniense

            Á casos na istória nos que a fiçom científica passou a formar parte da realidade. Ademais, apenas seria ũa aproximaçom ortográfica. Na sintaxe, léxico, semântica, fraseologia, fonética… cada norma seguiria coas suas particularidades. É máis, até dentro de cada norma; pois nom falam igual ũa pessoa de Braga e outra de Funchal, ũa pessoa de Pernambuco e outra de Porto Alegre ou ũa pessoa de Fisterra e outra de Riba d´Eu.

          • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

            D’acordo, preparemos um comunicado, podemos intitulá-lo «Contra o Acordo Ortográfico e pola convergência de galego e português». Contatemos a RTP, o Semanário Trasmontano e a Folha de São Paulo, se quadra contra o primeiro de abril o teremos prestes …

          • Galego da área mindoniense

            Isso si, parece que as normas tendem a uniformizar-se. Por exemplo, em Portugal, as crianças do norte falam cada vez máis coma os lisboetas e vam perdendo o sotaque dos seus avós. Isso é devido à teima d´utilizarem na televisom, rádio, dobragens… a forma de falar lisboeta como padrom comum; o que fai que a gente pense que issa é a forma de falar “correta” (cando nom é tal) e tente “corrigir” e aproximar a sua fala à disse padrom, num intento de nom ser visto como ũa pessoa “vulgar” ou “inculta”.
            No Brasil tamém ocorre, peró doutra forma; já que ali á dous padrões em disputa: o do Rio de Janeiro e o de São Paulo. Penso que na televisom nacional brasileira o que se utiliza é ũa combinaçom das falas dissas duas cidades, mais nom posso assegurá-lo.
            Na Galiza, a imitaçom tende cara ò sotaque e formas de falar madrilenhas (forma tomada como padrom do castelão no Estado espanhol em detrimento doutras falas, como a andaluza).

          • Galego da área mindoniense

            Aliás, bardante na ortografia, do resto podemos atopar vários exemplos dentro da própria Galiza.

          • Galego da área mindoniense

            Esqueceche a diferença máis significativa, a fonética.

          • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

            É verdade que os brasileiros sem familiaridade co português falado européu acham mui difícil entendê-lo, ou que a pronúncia brasileira informal seja quase incomprensível pra um galego (muito menos pra um português, que tem as telenovelas brasileiras e o contato cos emigrantes brasileiros em Portugal), mais tamém o léxico, a sintaxe e a fraseologia diferentes fam de português européu e brasileiro (assi como de galego reintegrado) formas mui diferentes de português. O qual nom acontece, por exemplo, co inglês britânico e o americano, que som bastante mais próximos entre si. O caso do francês da França e o do Quebec é mais semelhante ao do inglês ca ao do português … em qualquer caso, acho que é o conjunto de tódolos componentes da língua que conforma as suas diversas variedades …

      • Venâncio

        Alexandre:

        O nome que se dá a um idioma pode ser um problema, e neste caso é-o, e colossal.

        Nunca existiu um “português medieval”, ou um “português arcaico”, ou um “galego-português”. São tudo invenções portuguesas, de quem não admite que o seu idioma não foi criado em território nacional. É um problema de portugueses, que os brasileiros herdaram.

        A obra em apreço, que também possuo, é deveras preciosa. Mas é uma recolha dos primeiros séculos de Galego escrito, fosse na Galiza, fosse fora dela.

        Um português médio, um brasileiro médio, não o reconhecem. ‘Médio’, sublinho. Porque cada vez mais brasileiros e portugueses informados começam a compreender que uma língua que, quando surge escrita, tem já a solidez, e a ductibilidade, e a irredutibilidade desta nossa, essa língua tem de ter já séculos e séculos de circulação social… num tempo em que de um ‘Portugal’ nem sombra havia.

        E, depois, durante vários séculos, globalmente até 1400, ou mesmo 1500, o Galego foi a língua do Reino de Portugal. A partir de então, sim, pode discutir-se se assim continuou, ou não.

        Uma coisa é certa: o pior de tudo é ver galegos a confirmarem os portugueses nos seus tão aconchegantes mitos nacionais. Isso, ireis pagá-lo caro.

        • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

          Mestre Venâncio dixit:

          «Nunca existiu um “português medieval”, ou um “português arcaico”, ou um “galego-português”. São tudo invenções portuguesas, de quem não admite que o seu idioma não foi criado em território nacional. É um problema de portugueses, que os brasileiros herdaram.»

          «… uma língua que, quando surge escrita, tem já a solidez, e a ductibilidade, e a irredutibilidade desta nossa, essa língua tem de ter já séculos e séculos de circulação social… num tempo em que de um ‘Portugal’ nem sombra havia.»

          «E, depois, durante vários séculos, globalmente até 1400, ou mesmo 1500, o Galego foi a língua do Reino de Portugal. A partir de então, sim, pode discutir-se se assim continuou, ou não.»

          Your honour, I REST MY CASE

          • abanhos

            Foi criado no território nacional, salvo que pensares que z parte da Galiza qud gerlu Portugal, não é território nacional

          • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

            Considero a Galiza portuguesa como território co-nacional. Xermolo da nacionalidade e língua portuguesas, e parte integral da Galiza Antiga.

        • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

          Aí falastes, Mestre Venâncio! A ideia de o galego ser português e já que logo ter que se conformar a um maginado padrão internacional único nom só é produto de falta de auto-estima e da ignorância (tanto de galego coma de português), mais ainda bebe em duas correntes nom mui nobres: umha, o pensamento fundamentalista, ou a arela de pureza, que trague consigo o desprezo ao diferente e mais «as pressas do converso» (como diria o finado Humberto Eco, através dumha das suas personagens, e até porque todo lusista é um converso); duas, a submissom ao globalismo, essa doutrina que em realidade serve os interesses do Neo-Império Americano, e que precisa dumha só língua franca, o castrapo saxom-latino — ou inglês — como língua de domínio mundial (e que cumpre aprender mesmo que seja servendo cafés em Londres). O francês, o espanhol e o português seguem o mesmo modelo, o holandês já hai tempo que nom o dá seguido, mais no mundo «globalizado» só hai lugar pra um «sabir», e por isso a Francofonia está sendo comesta na África polo castrapo anglo-americano. O Macron é um servidor deles, nom nos engana. A escolher entre duas línguas francas, inglês ou francês, inglês ou castelám, inglês ou português, a escolha será sempre a mesma. Os quebequases termam do francês, e teimudamente, só por razom de identidade, pois sabem que a batalha da «utilidade» está perdida. Os portoriquenhos já pedem esmola em inglês. Os galegos hai um anaco que trocárom a fala nossa polo castelám, ao jeito da rá que ferve engorde, ou seja, através da criaçom desse mais horrível dos castrapos, o galego-castelám (e crevem os olhos dos que o praticam!). Os galegos já nom irám mudar umha segunda divisom naturalizada (o espanhol) por umha terceira alheizada (o português).

          Que nos resta, daquela? A loita pola dignidade, por umha sociedade post-industrial, sem hierarquias, re-humanizada, resistente ao Império, e que nom esquece as suas raigames. O Brasil está na outra faciana da terra, nom é o nosso eido, e de resto é um pequeno Império. As normas linguísticas e as suas ortografias som instrumentos de domínio das elites, a ortografia portuguesa nom nos presta, bardante a três ou quatro que querem vender livros em Portugal.

          Nom, nom nos enganam: é GALEGO ANTIGO.

          E já agora, Mestre, como som esses livros? Tenhem as folhas mestas e cheiram a antigo?

          • Venâncio

            Roi:

            Os volumes são de 2014, têm excelente papel (fica bem assente) e cheiram a tinta de imprensa (não, não é aquele belo cheiro oitocentista).

            Trata-se de uma edição “revista” da publicação já feita em Cd-rom, de que me sirvo desde 2000.

          • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva
        • abanhos

          Fernando.
          Repare que ai os galegos não deram nome nenhum…aproveitam o trabalho duns brasileirões subindo-se nos seus ombros.
          https://www.wook.pt/livro/aos-ombros-dos-gigantes-stephen-hawking/10016381
          Que não é pouca cousa.

          E o de “ireis a pagá-lo caro” deveria ser aprimorado, pois para quem está morrendo e com o pessoal a importar-lhe um nabo o que se passar por Lisboa…

          E além de todo o dito, comparto ponto por ponto o magnífico resumo histórico que tu faz da nossa língua

          • Venâncio

            Alexandre:

            Em comentário abaixo, tento mostrar-te que estás pouco informado sobre o que, no mesmo exacto terreno, se tem feito na Galiza. Nada de subir aos ombros de gigantes, como insinuas.

            Mas acerca do outro tema. A vós, sim, deveria interessar-vos o que não se está a fazer em Lisboa. Noto que os vossos contactos são de cariz institucional (ACL, MIL, etc.). Parece não interessar-vos nada um sector muito mais importante, e muito mais decisivo: o da opinião. Esse que por inteiro vos ignora.

          • Venâncio

            Falando mais geralmente: eu observo como vos indignam as deturpações que Madrid faz da vossa História. Mas o sistemático silêncio que Portugal faz sobre a Galiza deixa-vos estranhamente retraídos. Já dei exemplos (e poderia dar mais, e mais recentes) de obras sobre a origem de Portugal, sobre a vida diária portuguesa medieval, sobre a cultura medieval portuguesa, em que quase não há, e frequentemente não há nenhum, rasto da Galiza. A sobranceria com que em Portugal se vos olha não é muito diferente da de Madrid. Pessoalmente estou empenhado um fazer rever a imagem que o português tem do seu idioma, imagem em que a Galiza não tem papel nenhum. E é difícil mudá-la. Mas a vós, eu queria ver-vos menos subservientes, menos veneradores, menos serviçais.

          • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

            Assi é. E mais temos o exemplo da Escócia, sem soberania e sujeita ao domínio de Londres. Mais alguém duvida que se os escoceses tivessem como língua um padrom anglo-saxom próprio, e nom o de Londres, hoje seriam umha naçom soberana?

            Trocade Escócia por Galiza, e Londres por Lisboa …

          • Galego da área mindoniense

            Mais na Escócia falam o gaélico.

          • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

            Som eles que rubírom nos nossos ombros … e ainda tivérom tempo pra agochar o nosso nome …

      • virutas

        Galiza é unha sociedade que vive unha anormalidade cultural e lingüística. Porén, non só os aparato culturais do Estado, senón tamén moitos axentes internos ao seu servizo, pretenden facernos crer que aquí non pasa nada, todo é harmónico. E se pasa, é pola pretensión antinatura de algúns galegos quereren selo. Por iso é notorio o empeño en afogar, diminuír, desprestixiar, anular ou agochar a manifestacións máis xenuínas da nosa cultura, e a nosa lingua, en particular.

        • Venâncio

          Exacto: um pouco mais de auto-estima, de genuíno orgulho, não faria mal a alguns galegos.

        • abanhos

          Não sei se repararam de que vai a cousa.

          Resumo: Em Brasil fazem um grande trabalho -a obra citada- e na Galiza pode-se um subir sobre os ombros dos que a fizeram
          https://www.wook.pt/livro/aos-ombros-dos-gigantes-stephen-hawking/10016381

          Aproveitemos isso…E como foi o de Lisboa vir à tona?

          • Venâncio

            O trabalho da Casa de Rui Barbosa é, de facto, magnífico.

            Mas insinuar que a Galiza precisaria de pôr-se aos ombros dos gigantes brasileiros é, como direi, de novo e sempre, algum desprezo pelo próprio.

            Para tua informação, aqui vão outros magníficos trabalhos:

            González Seoane, Ernesto, María Álvarez de la Granja, Ana Isabel Boullón Agrelo. Dicionario de dicionarios do galego medieval (DDGM). Santiago de Compostela: Instituto da Lingua Galega (cd-rom).

            Grupo de investigación lingüística e literaria galega (ILLA). Glosario da poesía medieval profana galego-portuguesa, glossa.gal

            Instituto da Lingua Galega. Corpus Xelmírez. Corpus linguístico da Galicia medieval (Xelmírez). sli.uvigo.es/xelmirez

            Instituto da Lingua Galega. Tesouro do léxico patrimonial galego e português, ilg.usc.es/tesouro

            Instituto da Lingua Galega. Tesouro medieval Informatizado da lingua galega (TMILG). ilg.usc.es/tmilg

            Santamarina, Antón. Dicionario de dicionarios. Santiago de Compostela: Biblioteca Filolóxica Galega (cd-rom).

          • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

            Eu servo-me deste:
            http://sli.uvigo.es/DDGM/

          • Venâncio

            Sim, eu referi-o acima.

    • Galego da área mindoniense

      “Deica” significa “de aqui a”. E “de aqui a aquela”… nom sei… “aquela” é que já passou.

      • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

        Tes razom. Tinha que ter escrito «até entom» …

    • Galego da área mindoniense

      De feito, nem galego avia; só avia a “linguagem”.