AS AULAS NO CINEMA

CONFÚCIO, À PROCURA DUM GOVERNO PERFEITO

(Duas longa-metragens e documentários)



Com o número 78 da série que estou a dedicar a grandes vultos da humanidade, que os escolares dos diferentes níveis devem conhecer, e que iniciei com Sócrates, desta vez escolhi a figura de um grande filósofo chinês chamado Confúcio (551-479 a. C.). Ademais o depoimento pode servir também para comemorar o “Dia Internacional da Solidariedade Humana”, que se celebra em muitos países no dia 20 de dezembro, e dous dias antes, no dia 18, o “Dia Mundial das Migrações”. E que é muito importante que nas aulas dos diferentes níveis do ensino se organizem sobre estas jornadas atividades variadas de tipo educativo-didático, artísticas, lúdicas, literárias, informativas, etc.

PEQUENA BIOGRAFIA:

confucio-retrato-3O representante mais efetivo da filosofia chinesa é Confúcio, que dedicou a sua vida à procura dum governo perfeito. O seu pai, membro de uma distinguida família aparentada com o emperador Huang-ti, faleceu quando Confúcio era ainda criança. Ele ajudou ao mantimento de sua mãe, trabalhando depois da escola; no entanto, tomou a sério a sua educação e fez, sobretudo, notáveis progressos na bestaria e a música. Quando faleceu sua mãe, demonstrou o que sentia por ela ficando de luto durante 27 meses. Na sua vida pessoal, não sempre pôs em prática os seus ensinamentos. Casou com 17 anos, ainda que, aparentemente o seu casamento não tenha sido feliz e, portanto, se tenha divorciado quatro anos depois. Quando tinha vinte anos foi nomeado superintendente dos campos do reino de Lu, e as autoridades conheceram seus dotes e valores. Dous anos mais tarde iniciou a sua carreira como mestre, ensinando, sobretudo, três disciplinas: história, etiqueta e poesia. Não cobrava despesas fixas, senão que pedia, a cada aluno, o que podia pagar sem fazer sacrifícios. Quando visitou Lao Tse, o velho filósofo tratou de dissuadi-lo da sua ideia de reformar o sistema de governo vigente. O duque de Tsi considerou a possibilidade de empregar Confúcio, até que um dos seus conselheiros lhe disse que o jovem era demasiado pedante e demasiado dado ao cerimonial.

Mais tarde, Confúcio teve mais sorte no Estado de Lu. Foi nomeado primeiro magistrado de uma cidade importante, depois superintendente de obras públicas e, por último, ministro da Justiça. O seu labor foi tão eficiente que decresceram as atividades criminosas e a honestidade reinou no Estado de Lu. De todas as partes da China vinham forasteiros à procura do governo perfeito que finalmente se tinha estabelecido. Porém, dous príncipes dos Estados vizinhos conspiraram contra o duque de Lu e, para tentá-lo, enviaram-lhe um grupo de jovens cantoras, junto com uma coleção de esplêndidos cavalos. Nesta ocasião, o duque de Lu demonstrou pouco interesse pelos assuntos do governo da cidade. Confúcio apresentou-lhe um ultimato: ou as jovens cantoras partiam ou ele, Confúcio, apresentava a sua renúncia. O soberano não vacilou e Confúcio abandonou o seu cargo no governo.

De 496 a 483 a. C., Confúcio viajou de um principado a outro, sempre à procura de um governo perfeito. O duque de Wu ofereceu-lhe uma posição tentadora, mas ele, que não aprovava os princípios morais do duque, não aceitou o cargo. Quando tinha 68 anos, regressou ao Estado de Lu e levou ali uma vida retirada até que faleceu em 479 antes de Cristo.

Entre as obras que deixou à humanidade, contam-se cinco clássicos que compreendem o Livro dos Cantos, o Livro da História, o Livro das Metamorfoses, o Livro da Primavera e o Outono e o Livro das Cerimónias. Agás o Livro da Primavera e o Outono, quase que todas estas obras foram escritas pelos seus seguidores e discípulos.

AS SUAS IDEIAS MORAIS E EDUCATIVAS:

confucio-liivro-sobre-ele-1Tradicionalmente pensou-se que Confúcio era um formalista que imitava os costumes do passado, embora este ponto de vista não se justifique, pois ele acreditava, sobretudo, na sinceridade. Os bons modos e a moral deviam de ir de mãos dadas; a reforma seria provocada pelos esforços do homem superior. Contrário a todos os tipos de dogmatismo e estreitura de critério, acreditava no cultivo constante do eu. No seu sistema há um forte elemento pessoal. No seu momento descreveu assim o seu desenvolvimento educativo: “O Mestre diz: Aos quinze anos, a minha mente estava decidida a aprender. Aos trinta, mantinha-me firme. Aos quarenta, não tinha dúvidas. Aos cinquenta, conhecia os decretos do Céu. Aos sessenta, o meu ouvido era um órgão obediente para a receção da verdade. Aos setenta, podia satisfazer os desejos do meu coração, sem apartar-me do justo. Se um homem cultiva os seus velhos conhecimentos de modo que adquira continuamente outros novos, pode ser mestre dos demais”.

A respeito da sabedoria tinha opiniões muito interessantes. Por isso, comentava: “Quando sabes uma cousa, deves sustentar que a sabes; e quando não sabes uma cousa, admitir que não a sabes: isso é a sabedoria”. E também dizia: “A virtude que se debilita por falta de cultivo; o não discutir a fundo o que se aprendeu; a incapacidade para ir ao encontro do que é justo e do qual se deriva conhecimento; a incapacidade para mudar o que não é bom: estas são as cousas que me causam preocupação”.

Sobre a educação indicava que esta exigia uma mente inquisitiva e comentava: “Eu não descubro a verdade perante um que não está com vontade de aprender, nem ajudo quem não tem desejos de se explicar. Quando mostrei uma ponta do tema a alguém, e esse alguém não pôde deduzir dela as outras três, não repito a lição”.

Um conceito importante no confucianismo é a piedade filial, que requer uma atitude de obediência por parte do filho. O pai, no entanto, não deve exercer a sua autoridade de forma ditatorial. A piedade filial exige autossujeição por parte do indivíduo, que deve subordinar-se ao bem-estar da família.

Na sua filosofia religiosa, igual que Buda, Confúcio não tolera as disputas metafísicas. Estava convencido de que não podiam obter-se respostas absolutas sobre a questão da existência de Deus. Aconselhava os seus discípulos a aderirem ao ritual tradicional e agirem como se os antepassados estivessem presentes. Quando algum perguntava como se devia servir os espíritos, replicava que esta era uma pergunta ociosa, porque “primeiro devemos servir o homem”. Devemos preocupar-nos com factos desta vida, não com os seres sobrenaturais. Contudo, isto não significa que Confúcio fosse um niilista. Pelo contrário, via a unidade fundamental do universo; daí que pensasse que as leis da moral e as leis da natureza eram uma mesma cousa. O ladrão não pode escapar às consequências da sua má ação, assim como ninguém pode negar a lei da gravidade. Que é, pois, a sabedoria segundo as teorias de Confúcio? A resposta é bem definida. A sabedoria consiste em perceber as nossas limitações e em aceitar a fundamental ignorância do homem. Sendo um humanista, ele sustentava que, em primeiro lugar, devemos servir o homem e não os seres sobrenaturais. Devemos respeitar as leis do Céu ainda quando a nossa mente não possa entendê-las por completo.

Segundo Confúcio, a educação funda-se na moralidade. Devemos tratar de dominar-nos, investigar os nossos pensamentos e ser perfeitamente sinceros na nossa procura da verdade. Quando o indivíduo alcança a paz, pode ordenar a sua vida familiar. Se existir harmonia na vida familiar, os Estados conhecerão a prosperidade. Se os Estados estiverem em paz, o império vai ter tranquilidade.

O método moral de Confúcio está na oposição com a ética do “comissário”. A reforma não é efetuada através da legislação social ou a revolução, mas depende antes dos esforços do indivíduo. Em primeiro lugar, devemos melhorar-nos a nós mesmos; só então podemos tentar reformar a sociedade.

Em matéria tanto educativa como espiritual, o “Método de Ouro” é de capital importância. O mesmo implica um grande respeito pelas leis do decoro. O homem culto evita todo o excesso e toda a paixão extrema.

FICHAS TÉCNICAS DOS FILMES E DOCUMENTÁRIOS:

A. Longa-metragens:

1. Confúcio. (Título original: Kong Fuzi).

Diretor e Roteiro: Mu Fei (China, 1940, 96 min., preto e branco).

Fotografia: Daming Zhou. Música: Yijun Huang e Peng-zhang Qin.

Produtora: Minhua Pictures.

Argumento: Vida e obra de Confúcio.

2. A Batalha pelo Império (Confúcio). (Título original: Kong zi).

Diretor: Hu Mei (China, 2010, 125 min., cores).

Roteiro: Khan Chan, He Yanjiang e Hu Mei.

Fotografia: Peter Pau. Música: Su Cong e Zhao Jiping.

Produtoras: Beijing Dadi Century Limited, China Film Group e Dadi Film Group.

Argumento: Confúcio, o mais famoso e influente dos filósofos chineses, viveu entre os séculos VI e V antes de Cristo. O filme centra-se na última etapa da sua vida. Aos 51 anos de idade aceitou desempenhar um cargo político para contribuir para a pacificação do país num período muito crítico da história da China, caraterizado pelos endémicos e graves enfrentamentos civis. A influência do filósofo sobre o rei Lu chegou a ser tão grande que as personagens mais poderosas da corte se sentiram ameaçadas, razão pela qual Confúcio decidiu exilar-se voluntariamente.

B. Documentários:

1. A vida de Confúcio.

Duração: 15 minutos. Desenhos animados.

2. Biografia de Confúcio. Palavras de sabedoria.

Duração: 45 minutos.

3. Confúcio. História.

Duração: 8 minutos.

4. A Ética segundo Confúcio.

Duração: 56 minutos. Ano 2016.

Produtora: Nova Acrópole de Brasil (Escola Internacional de Filosofia).

5. 5 Frases de Confúcio.

Duração: 2 minutos.

6. Frases memoráveis de Confúcio.

Duração: 3 minutos.

7. 10 sábios pensamentos de Confúcio.

Duração: 2 minutos. Produtora: Gazeta da Semana (2016).

8. Confúcio, por Manuel Fraijó.

Duração: 61 minutos. Produtora: Fundação Juan March (2017).

O SISTEMA PEDAGÓGICO DE CONFÚCIO:

O modelo educativo confuciano baseia-se na sua doutrina do homem superior. O homem ideal não mora numa torre de marfim, mas tenta reformar a sociedade. É respeitoso, justo e sempre sincero nos seus pensamentos. Confúcio opõe o homem superior ao homem vulgar: “O que o homem culto procura está nele mesmo. O que procura o homem vulgar está nos demais. O homem culto é digno e não se altera. É sociável e não um partidário fanático ou fundamentalista. O homem culto não favorece um homem simplesmente pelas suas palavras, nem desconsidera as palavras por causa do homem. O Mestre diz: “O objetivo do homem superior é a verdade. A sua meta não é a comida. Existe uma pegada ainda no que se deseja”. Assim acontece com a aprendizagem: a recompensa pode encontrar-se nela. Ao homem superior aflige-o a ideia de não alcançar a verdade; não o aflige a ideia de cair na pobreza”.

Confúcio não acreditava no ascetismo. A salvação não se consegue por meio da mortificação da carne, nem renunciando aos bens materiais. Assim pois, o erudito substitui o “iogue” e a etiqueta o afã pelo conhecimento metafísico.

O homem superior, que representa o melhor da educação, trata de aperfeiçoar tanto a sua mente como o seu carácter. Confúcio opina: “O homem superior tem nove cousas que lhe merecem atenta consideração. A respeito do uso dos seus olhos, preocupa-se em olhar com claridade. A respeito do uso dos seus ouvidos, preocupa-se em ouvir distintamente. A respeito da sua disposição de ânimo, preocupa-se em que seja benigna. Pelo que faz aos seus modos, preocupa-se em que sejam respeitosos. A respeito da sua palavra, preocupa-se em que seja sincera. A respeito do seu comportamento nos negócios, preocupa-se em que seja cuidadoso e reverente. A respeito das cousas sobre as que tem dúvidas, preocupa-se em perguntar a outros. Quando se zanga, pensa nas dificuldades (a sua zanga pode atrapalhá-lo). Quando vê um provável benefício, pensa na justiça”.

O homem superior sente um profundo respeito por três cousas. Em primeiro lugar, experimenta um grande respeito quando se ocupa dos decretos do Céu. Em segundo lugar, o homem superior sente profundo respeito quando se encontra diante de grandes homens. Em terceiro lugar, o homem superior sente respeito quando se encontra diante de palavras sábias e acertadas.

Confúcio sentia um grande desprezo pelas controvérsias filosóficas. Contrário às expressões obscuras e ao pensamento nebuloso, exigia que se retificassem os nomes; assim, um pai que descuidava os seus deveres não devia chamar-se pai; um príncipe que abdicava do seu poder, não devia chamar-se príncipe. Numa palavra, o significado verbal devia corresponder à função real. Quanto às controvérsias teológicas, pensava que careciam de toda a importância e que o seu tema era demasiado obscuro. Preocupava-se sobretudo com as relações sociais do homem, e não com a sua compreensão do além.

Os seus ideais morais refletem-se no seu conceito do governo. Confúcio sustentava que os governantes deviam observar um comportamento exemplar e que os príncipes deviam empregar somente os ministros mais eficientes e escrupulosos. Acreditava numa utopia educativa em que haveria uma paz eterna e em que não existiria a pobreza (o qual muito mais tarde foi defendido por Gandhi). Nesse Estado, nenhum seria oprimido e os direitos de todos seriam salvaguardados. A comunidade colocar-se-ia acima das exigências individuais e todos compreenderiam a sua identidade essencial e agiriam no bem do grupo. Esta utopia tem fundamentos seculares; ao contrário da utopia dos profetas hebreus, assenta em bases humanísticas, mais que sobrenaturais. Confúcio acreditava que o universo estava regido por leis impessoais.

Os livros de Confúcio são compilações de seus aforismos e consistem nas seguintes obras: Livro dos Poemas, o Livro da História, o Livro das Etiquetas e o Livro das Mutações (o 1º I Ching). Estes escritos, mesmo após a morte do pensador, foram passados de geração em geração, além de terem ganhado diversas versões como as de Chang Yü, Cheng Hsüan e de Ho Yen. Algum tempo depois, Confúcio foi traduzido para as línguas ocidentais e seus pensamentos tornaram bastante conhecidos na Europa e, posteriormente, nas Américas. Atualmente, o pensamento confuciano tem milhões de seguidores e muitos de seus pensamentos são popularmente conhecidos e utilizados no dia a dia. Frases como “não faça aos outros o que você não quer que seja feito a você”, “o silêncio é um amigo que nunca trai” e “o homem superior atribui a culpa a si próprio; o homem comum aos outros” são de sua autoria.

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FORMOSAS FRASES DE CONFÚCIO:

Nas seguintes ligações podem ler-se lindas frases pronunciadas no seu momento por Confúcio:

– https://www.pensador.com/autor/confucio/

– https://www.pensador.com/frases_de_confucio_licoes_de_vida/

– https://www.pensarcontemporaneo.com/20-frases-de-confucio-que-sao-verdadeiras-licoes-de-vida/

DIA INTERNACIONAL DA SOLIDARIEDADE HUMANA:

O Dia Internacional da Solidariedade Humana é celebrado anualmente a 20 de dezembro. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas em 2005, por ocasião da celebração da primeira década das Nações Unidas para a Erradicação da Pobreza (1997-2006). A celebração do Dia Internacional da Solidariedade Humana tem como objetivo destacar a importância da ação coletiva para superar os problemas globais e alcançar os objetivos mundiais de desenvolvimento, de forma a construir um mundo melhor e mais seguro para todos. Neste dia, os governos são recordados dos seus compromissos com os acordos internacionais, sobre a necessidade da solidariedade humana como uma forma de combater a pobreza. As pessoas são incentivadas a debater sobre os meios de promover a solidariedade e a encontrar métodos inovadores para ajudar a erradicar a pobreza e a fame. Entre muitas outras iniciativas que decorrem pelo globo, destacam-se as organizadas pelas Nações Unidas. É tradição deste dia o Secretário-Geral das Nações Unidas enviar uma mensagem ao mundo.

TEMAS PARA REFLETIR E REALIZAR:

Vemos os documentários e filmes citados antes, e depois desenvolvemos um Cinema-fórum, para analisar a forma (linguagem fílmica) e o fundo (conteúdos e mensagem) dos mesmos, assim como os seus conteúdos.

Organizamos nos nossos estabelecimentos de ensino uma amostra-exposição monográfica dedicada a Confúcio, a sua obra, as suas ideias, o seu pensamento e as suas propostas educativas e sociais. Na mesma, ademais de trabalhos variados dos escolares, incluiremos desenhos, fotos, murais, frases, textos, lendas, livros e monografias.

Podemos organizar no nosso estabelecimento de ensino um Debate-Papo, participando no mesmo todos, estudantes e docentes, sobre o tema da atualidade das propostas sociopolíticas de Confúcio para o mundo atual. Em que são poucos os países que têm governos e políticos dignos, e na maioria das nações reina todo o tipo de corrupção.

José Paz Rodrigues

É Professor de EGB em excedência, licenciado em Pedagogia e graduado pela Universidade Complutense de Madrid. Conseguiu o Doutoramento na UNED com a Tese Tagore, pioneiro da nova educação. Foi professor na Faculdade de Educação de Ourense (Universidade de Vigo); professor-tutor de Pedagogia e Didática no Centro Associado da UNED de Ponte Vedra desde o curso 1973-74 até à atualidade; subdiretor e mais tarde diretor da Escola Normal de Ourense. Levou adiante um amplíssimo leque de atividades educativas e de renovação pedagógica. Tem publicado inúmeros artigos sobre temas educativos e Tagore nas revistas O Ensino, Nós, Cadernos do Povo, Vida Escolar, Comunidad Educativa, Padres y Maestros, BILE, Agália, Temas de O ensino, The Visva Bharati Quarterly, Jignasa (em bengali)... Artigos sobre tema cultural, nomeadamente sobre a Índia, no Portal Galego da Língua, A Nosa Terra, La Región, El Correo Gallego, A Peneira, Semanário Minho, Faro de Vigo, Teima, Tempos Novos, Bisbarra, Ourense... Unidades didáticas sobre Os magustos, Os Direitos Humanos, A Paz, O Entroido, As árvores, Os Maios, A Mulher, O Meio ambiente; Rodrigues Lapa, Celso Emílio Ferreiro, Carvalho Calero, São Bernardo e o Cister em Ourense, em condição de coordenador do Seminário Permanente de Desenho Curricular dos MRPs ASPGP e APJEGP.

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