Opiniom

  • My heart’s in the Highlands

    Afirmava Murguia no capítulo que dedica a Rosalia (1837-1885) n’Os Precursores que havia quem comparava a poeta com Robert Burns (1759-1796) polos Cantares e com Heinrich Heine (1797-1856) por Folhas Novas. A opiniom, inequivocamente enaltecedora, procedia seguramente do próprio Murguia, comovido no momento pola morte da cantora – o livro viu a luz no ano […]

  • ‘We are the champions’

    ‘O mundial fala galego’ porque o Brasil fala português. O Neymar e o Cristiano, estrelas das equipas galegofalantes, som bem conhecidos por toda a claque galega mas poucas vezes podemos aceder à sua versom original. Os jogos de futebol, o discurso da Dilma, as mobilizações e o movimento anti-copa,… som muitas as cousas às quais […]

  • Raibeart Ruadh

    O Rob Roy (1817) de Walter Scott é um livro da chuva. Um livro desses que nunca tive vontade de ler. Peguei nele, um pouco ao chou, num chuvoso serão de férias. Gratíssima surpresa.

  • Filgueira Valverde defendia em 1930 a Lusofonia

    Está-se a produzir na Galiza uma imensa polémica provocada pela decisão da RAG da rua das Tabernas corunhesa de lhe dedicar a Filgueira Valverde as Letras Galegas de 2015.

  • Um embaixador na Galiza tropical: Xosé Lois García

    Luanda, Novembro de 1997. Um chantadino toma a palavra na Assembleia Nacional Popular. É um dos ponentes do I Congresso da Literatura Angolana.

  • O Espírito Santo

    A Arta era uma weimaraner de pelo curto. Formosa mas um bocadinho gorda. Ter uma cadela de caça no pátio da casa é o que tem.

  • Murguia. O décimo presidente da RAG visita o primeiro

    A biografia de Murguia tem algo de intemporal e proteico na sua capacidade para unir o romantismo liberal revolucionário que inspirou a mocidade do patriarca com a convulsa modernidade sobrevinda após da Primeira Guerra mundial.

  • República Galega e cantos de esperança

    No dia 27 de junho celebrou-se em Compostela o aniversário da Republica Galega. Apenas um dia ou pouco mais durou aquela utopia, mas da mão do senhor António Alonso Rios —o grande vulto galego—; aquele, que disfarçado de pobre de pedir, andou a Galiza sul por mais de um ano à procura de um escape da triste Espanha de Franco, daquela longa noite de pedra.

  • Aprender a língua

    É curioso que um estado como o da Espanha, com várias línguas oficiais, tenha tantas dificuldades para ensinar mais línguas do que uma. As sociedades onde não há conflitos linguísticos são invariavelmente monolingues, daí a promoção espanhola duma das línguas oficiais por cima das outras. Porém, na Galiza alguns extremistas ainda teimam em defender o bilinguismo social como caminho à normalidade.

  • O comboio do tempo

    Há 9 meses que solicito um scâner; para no meu trabalho encaminhar por e-mail a outro serviço notas de entrega e faturas reclamadas. O anterior escangalhou-se, antes de eu chegar. E o mesmo caminho leva a impressora. O computador da minha colega, no escritório acarão, está nas últimas. Provavelmente mandem a minha companheira para outra […]