Opiniom

  • Escambau na língua: As marcas comerciais

    As línguas são espelho da sociedade. Desigualdade, classismo, machismo, racismo, homofobia… deixam pegada nos idiomas. Também o consumismo tem o seu reflexo no galego-português.

  • A unidade do reintegracionismo

    O pequeno e muito ativo movimento de vanguarda que se tornou o reintegracionismo, tem pela frente importantes desafios de futuro que só serão possíveis realizar com coesão, flexibilidade, integração e unidade —dentro do respeito a diversidade—. Com confiança e sem medo.

  • Um dia na Casa da Galiza em Santiniketon

    Da Galiza viemos cá para conhecer esta excecional experiência e para cumprirmos com a colaboração entre ADEGA e a Casa da Galiza de Santiniketon.

  • Alçar a voz com Albert Hirschman: Saída, Voz e Lealdade

    Os sócios da AGAL fomos convocados a umha próxima Assembleia extraordinária onde havemos de eleger nova diretiva e, simultaneamente, decidir sobre três questons incorporadas pola única candidatura apresentada.

  • Língua geral, língua bonita

    Quando a 22 de abril de 1500 chegam à costa do atual estado da Bahia as caravelas portuguesas de Pedro Álvares Cabral não sabemos com precisão o número de habitantes, nem de nações indígenas, nem de línguas faladas no território que hoje é o Brasil.

  • Deixemo-nos de infantilidades

    Nom consigo perceber muito bem o que mudou em outubro de 2015 para termos que procurar soluçons grandiosas a um alegado problema que eu nunca cheguei a ver.

  • De confluências dissidentes

    Chega agora a proposta (aberta) duma confluência normativa na AGAL, que admite duplicidades e transiçons entre as tradiçons gráficas reintegracionistas.

  • Estranhos ritos funerários (e II)

    Na quinta de 5 de janeiro de 1871, o jornal El Pensamiento Español. Diario católico, apostólico romano inseria umha severa diatribe contra a suposta cerimónia maçónica de despedida do general Prim sob o alarmante título: “Profanación del santuario de Atocha”.

  • replicantes

    Os sentimentos dos replicantes andam convulsos por esquadrinhar demais. Por às vezes por isso mesmo entender pior. E o caso é que eu tamém som replicante. Mas nom temo a morte, temo só a nossa morte na luta comum. E tenho pena pola disputa inútil.

  • Reintegracionismo: em que tecla havia que bater?

    Um maior consenso ortográfico dos reintegracionistas ajudaria a apresentar com mais consistência e clareza as nossas propostas. Esse consenso não devia ser guiado pola mania da uniformidade, mas sim mostrar que guiamos por uma estrada bem alcatroada e sinalizada.