Todos os artigos de Luís Mazás Lopez

Escrevo na grafia histórica do galego desde o ano 1992. Não se pode entender o galego sem o português e a inversa. É uma opção linguística que nos leva a ter uma projeção dentro da lusofonia. Escrevo para as pessoas da minha comunidade existencial, para os distantes, para os que vamos, em palavras de Thomas Bernhard, na direção contrária.
  • Herberto Hélder e a poesia galega dos 90

      Neste artigo, quero fazer memória de retalhos biográficos que aconteceram na Crunha dos anos 90. Foram os anos de juventude, dos que tenho agora saudade, estando servidor a ponto de cumprir os cinquenta. De facto, fui testemunha e partícipe de como se geriu um grupo de poetas herdeiros e continuadores da lírica galaico-portuguesa. Na […]

  • Crónica duma velada comunicante com a Lusofonia.

    Segunda feira. Jornada laboral, acendendo o motor para a barbárie num tempo no que os ânimos estão acesos pelo ódio transmitido pela política e os Mass média. Não existe comunicação verbal, apenas violência. Às oito e meia cheguei ao meu bairro, ao Centro Ágora, com a mente ainda obnubilada pelas misérias laborais dum vendedor. Então […]

  • Carta a Xosé Mexuto

    Reproduzimos no PGL, pelo seu interesse na história do movimento reintegracionista a Carta-Artigo de Luis Mazás, publicada no Sermos Galiza de 5 de setembro 2017.   Caro Xosé, ao escrever estas linhas, vem à minha memória aquele verão do 92 quando te conheci na Voz de Galicia, onde trabalhavas como periodista. Eu estava cum contrato […]