Todos os artigos de Adela Figueroa Panisse

Adela Clorinda Figueroa Panisse é de Lugo (Galiza), fazedora de versos, observadora do mundo e cuidadora de amizades. Trabalhadora no ambientalismo e na criatividade da palavra. Foi professora e lutadora pela recuperação da dignidade da Galiza e, ainda, pela solidariedade entre os seres humanos e a sua reconciliação com a terra. Gosta de rir, cantar e de contar contos. Também de escutar histórias, de preferência ternas e de humor.
  • Bem hajas, Manuela

    Caros/as amigas. Morreu Manuela. Bem sabemos todas/os .Foi-se uma amiga. Trabalhadora, sincera e valente. Lutou contra a doença com um ânimo dificilmente igualável. Uma mulher defensora da língua e da cultura da Galiza. Com critério firme e sem preconceitos. Aberta de mente e poliglota. Ficou muito trabalho sem acabar, muitas lições sem dar e muito […]

  • Sois uns imperialistas fracassados

    (Dedicado a Suso de Toro com a minha admiração. Ainda nom está todo perdido)   “E diríalles máis: Prohibíchedes o galego nas escolas para producir no espíritu dos nosos rapaces un complexo de inferioridade, facéndolles crer que falar galego era falar mal e que falar castelán era falar ben. Expulsáchedes o galego das igrexas, facendo […]

  • APOCALIPSE!!!

      Arde Galiza por todos os lados. Não é uma afirmação retórica, é real. Chandrexa de Queixa, Triacastela, Samos, Ponteareas, Monterrei, Vilar de Vos Folgoso do Courel,tudo está em chamas. Desde Ortegal ao Minho como nos versos de Cabanilhas! A Xunta publica na paxina de Medio Rural que reforça os efectivos na fronteira para que […]

  • FOGO!!

    ESTIVEMOS NO FIM DE SEMANA EM Portugal. Na zona zero da grande desgraça. Do grande Incêndio. Nada pode haver comparável com o horror das chamas a rodear o TODO. A envolver o mundo. O ar e a Terra. Nada que possa devolver a vida as mais de 64 pessoas entrampadas na sua armadilha. Na Trampa […]

  • EUCALITOS: NOM, OBRIGADA

    A dor case nem deixa reagir. 62 pessoas falecidas no horror das chamas. Nem o inferno se existir pode ser mais terrível. Ninguém quer isso! É evidente. Mas temo-nos que perguntar porque aconteceu. Monocultura de eucalitos e pinheiro. Aldeias abandonadas, a fugida do mundo rural para as cidades. A falta de cuidados das matas dos […]

  • Memoria de Pés Sem Sombra – Lançamento

    Próximo Lançamento, em Compostela do Poemário: Memoria de Pés Sem Sombra. Livraria Ciranda 22 março, 20 hs, A beneficio da ONG Palhaços em Rebeldia. Que trabalha com as crianças dos campos de reclusão tentando mudar sorrisos por muros. Na ideia de que  o riso é um remédio único para a sobrevivência humana. Ainda a infância […]

  • Nom sou nenhum troféu

    Nom sou nenhum troféu Nom quero as tuas medalhas. ( 8 de março 2017) Sinto as tuas medalhas cravadas na minha pele. Posso perceber o lastre de seu peso morto pendurado do meu peito enxoito. E a gravidade, Que é lei inexorável, alastra-me ao chão carregada com o duro metal de todas as tuas medalhas […]

  • Um excelente trabalho que dá azos para seguir na defesa do nosso idioma

    Parabéns polo trabalho. Dá-me azos para continuar. No longo da vida foram duvidas medos,  solidão e afirmação na minha posse a respeito da língua. Essa eterna dúvida tão galega e que tão bem exprime Antia Cortiças quando di, no vídeo que o problema é: Aceitar–mo-nos, ser-mos. Sem necessidade de nos esconder detrás dum X para […]

  • Eleições: Outra volta.

    Que pode haver de mais importante que o ar que respiramos? A água que bebemos ou os alimentos que precisamos para não morrer de fome? Isso seria uma petição razoável para quem pensa administrar o cativo orçamento de que vai dispor a Junta da Galiza . Um orçamento que depende da esmola que o Estado […]

  • Um dia na Casa da Galiza em Santiniketon

    Da Galiza viemos cá para conhecer esta excecional experiência e para cumprirmos com a colaboração entre ADEGA e a Casa da Galiza de Santiniketon.