Todos os artigos de Ramiro Vidal Alvarinho

Militante da esquerda independentista, Ramiro Vidal Alvarinho nasceu em Ferrol em 1973, no seio de umha família operária, mas reside desde jovem em Oleiros. Membro do coletivo poético A Porta Verde do Sétimo Andar, é autor de várias obras coletivas, mas também individuais Mares de Queijo ou Letras de Amor e Guerra.
  • Apagar as vozes dissidentes

      Soa no meu ipod o famoso tema de Soziedad Alkohólica “Piedra, papel, tijera”, que evoca aquele jogo infantil com o que tirávamos a sorte quem começava a escolha de jogadores anterior a um jogo de futebol na rua ou nalgum campo da contorna do bairro ferroläo do Cavalo Branco, onde mora ainda a minha […]

  • Carvalho Calero, três finais hipotéticos e umha certeza

      Carvalho Calero leva vários anos sendo “candidato-isca” na RAG para lhe serem dedicado o Dia das Letras Galegas; naturalmente aconteceu o que tinha que acontecer…ou o que estava calculado que acontecesse. Que de novo a decisom da RAG nom favoreceu a candidatura de Carvalho Calero e sim a umha das outras várias candidaturas, nesta […]

  • Eu fum à manifestaçom de 17 de Maio

    Subscitou-se certo debate entre o pessoal reintegracionista, sobre se o reintegracionismo deveria estar ou nom presente na última manifestaçom de 17 de Maio. A motivaçom pessoal para assistir a manifestaçons que fam parte das citas estáveis do calendário de mobilizaçons, é complicada e máxime quando fas parte de umha facçom minoritária de um movimento social […]

  • Um chamado à rebeliom

    Há bastantes anos já que decidim que o caminho reintegracionista era o correto e intento ser coerente com essa conclusom. Nom sempre é fácil. O voluntarismo e a resistência titánica também tenhem limites com umha realidade que gira quase sempre em sentido inverso. Se já é difícil luitar porque o galego seja língua hegemónica na […]

  • A minha criança fala em galego

    Nom há que procurar o diálogo com o supremacismo lingüístico, há que conseguir que os supremacistas lingüísticos se confinem nas suas reservas supremacistas, nos seus micro-mundos, para fazer apologia da sua ideologia exterminadora.

  • O fanatismo diante do espelho

    Cara Gloria Lago: envio-che estas linhas desde as luzes do conhecimento que lhe negas àqueles que te seguem.