ALDEIAS DE ORDES

As aldeias das leitoras (IV): Lenha, Tambre, barca



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Carlos C. Varela

Carlos C. Varela

Carlos Calvo Varela (Ordes, 1988) colaborou e colabora com diveros meios de comunicaçom, entre os quais Novas da Galiza, Praza Pública e o Portal Galego da Língua. Estudante de Antropologia e investigador, tem publicado numerosos artigos em portais web, revistas e livros, além de realizar um reconhecido labor como dinamizador social e cultural em coletivos de Compostela e Ordes.
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  • Valmar

    Sou um obcecado de toponimia e sinto um certo agastamento quando vejo o relacionamento que é feito entre a toponimia e a eventual conquista romana. Como poderiam os legionarios romanos, que não podiam ser mais de 25 000 para dominar todo o império, imprimir a propria cultura ao ocidente e descurar algumas regiões do sul da Italia onde ainda existem dois municipios não romanizados, um de cultutura grega e outro de cultura albanesa? E raro que os autoctones adoptem a toponia do conquistador como podemos verificar nas antigas colonias portuguesas e francesas africanas. Na America latina é diferente. Os conquistadores dizimaram os indigenas e as cidades existentes foram fundadas ou reocupadas por europeus.
    Encontrei tambem no Liechtenstein uma povoação chamada “shan” ou algo de parecido. Trata-se em geral de uma planicie situada no exterior de uma região com mais importancia.
    Chaim estava situada na margem direita do rio Tambre, no paìs dos “ultimos dos lusitanos” que eram os atabros, segundo Estrabão. O nome dado ao rio Tambre deriva certamente também de “atabro”.