AS AULAS NO CINEMA

ANTÓNIO VIVALDI OU O PRAZER DE ESCUTAR MÚSICA CLÁSSICA

(Vários documentários)



O dia 21 de junho é o Dia Europeu da Música, que é muito importante celebrar em todos os estabelecimentos de ensino, com atividades educativas adequadas e audições musicais, para sensibilizar os escolares de todos os níveis, sobre o prazer que é escutar música, clássica, moderna ou popular, cantar e tocar algum instrumento musical, embora, nos últimos tempos, especialmente em Ocidente, tenhamos algo abandonados os espaços e momentos de desfrutar com a música e o canto. Algo que na Índia, por exemplo, não acontece, pois em qualquer ato, por pequeno ou grande que seja, sempre está presente a música e as canções, e também as flores. Dentro da série que estou a dedicar a grandes vultos da humanidade, que iniciei com Sócrates no seu dia, e que devem conhecer os escolares, nada melhor que apresentar um depoimento sobre um dos músicos mais extraordinários e excelsos da música clássica, pertencente à época barroca, como foi o compositor e músico italiano António Vivaldi (1678 -1741). Época em que também destacaram outros magníficos compositores como Bach, Albinoni, Corelli, Rameau, Telemann, Mozart e Haendel. A ele dedico o nº 53 da série citada.

Vivaldi Unknown (Old image: Taken from the en.wikipedia), Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=10678

Vivaldi (Unknown Old image: Taken from the en.wikipedia), Public Domain.

A música instrumental do barroco tardio deve a Vivaldi muitos de seus elementos caraterísticos. Os seus concertos foram tomados como modelos formais por vários compositores, inclusive por Bach. Nascido em Veneza, António Lúcio Vivaldi, a 4 de março de 1678, e falecido em Viena em 28 de julho de 1741. Era o primogénito dos sete filhos do casal Gionanni Battista Vivaldi, violinista, e Camila Calicchio. Ordenado padre em 1703, ficou impedido de celebrar a missa em decorrência de uma doença crónica, provavelmente asma. Foi nomeado mestre de violino do “Ospedalle della Pietà”, uma instituição veneziana que acolhia crianças órfãs, famosa pelo seu conservatório musical. Vivaldi compôs a maior parte de suas obras para a instituição e assim consolidou a sua reputação como compositor e mestre. Em 1705 publicou a sua primeira coleção, “Doze Sonatas para Dous Violinos e Baixo contínuo”. Depois fez uma série de obras instrumentais. Deixou o seu cargo por dois anos, mas em 1711 foi novamente nomeado professor de violino. No ano seguinte publicou o “Estro armonico”, uma coleção de 12 concertos. A repercussão dessa obra foi imensa em toda a Europa, como demonstra o facto de que Bach fez transcrições de seis desses concertos. Em 1713, o diretor do coro do conservatório deixou o seu posto e Vivaldi ficou encarregado de compor obras vocais sacras. Paralelamente ele começava a estabelecer relações com o Teatro de Santo Angelo. A instituição Pietà concedeu a Vivaldi uma permissão para “exercitar sua destreza” e foram apresentadas as suas primeiras óperas, como “Outtone in villa” e “Orlando Furioso”. Depois fez, entre outros concertos, “La Stravaganza”. Entre 1718 a 1720, Vivaldi trabalhou em Mântua, onde compôs a maioria das suas cantatas. Entre 1720 e 1723 dedicou-se à ópera. Em 1723, novamente em Veneza, na Pietà, publicou o Opus 8, que contém os concertos “As Quatro Estações”. Por volta de 1729 compôs para o rei Luís XV a mais importante das suas serenatas: “La Sena Festeggiante”. Na mesma época entregou ao imperador da Áustria Carlos 6º o seu Opus 9: “La Cetra”. Pouco depois publicou o Opus 10, “Seis Concertos para Flauta”. A partir de 1729, parou de publicar as suas obras, por perceber que era mais lucrativo vender os manuscritos a compradores particulares. Em 1730 e 1731, ficou em Praga onde compôs várias óperas e duas sonatas, encomendadas pelo conde Von Wrtby. Entre 1737 e 1739 tentou, sem sucesso, que representassem as suas óperas. Em 1740 decidiu viajar para Viena, onde morreu aos 63 anos. Da sua obra conservam-se 456 concertos,73 sonatas, 44 motetos, três oratórios, duas serenatas, cerca de 100 árias, 30 cantatas e 47 óperas. Apesar da fama que gozou em vida, António Lúcio Vivaldi foi esquecido com o advento do classicismo. Os seus originais, encadernados após a sua morte em 27 volumes e vendidos a particulares, foram redescobertos somente na segunda década do século 20.

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Natural da cidade italiana de Veneza, tal como antes comentámos, Vivaldi cresceu num ambiente musical, tendo tido o seu pai Giovanni Battista (1655-1736), violinista da capela ducal de S. Marcos, como principal mestre. Foi, dos nove irmãos, o único que seguiu a carreira do pai, tendo a relação entre os dous ficado caraterizada por uma grande proximidade. Ordenado sacerdote no ano de 1703, uma bronquite asmática crónica foi pretexto para deixar de presidir a celebrações litúrgicas pouco tempo depois, numa altura em que a sua atividade musical era cada vez mais intensa. Ainda em 1703, assumiu o cargo de maestro di violino no Pio Ospedale della Pietà, instituição onde foi, mais tarde, maestro de’ concerti e maestro di cappella. A reputação que as suas composições foram granjeando despoletaram, a partir de 1718, um percurso marcado pelas viagens. Nas duas décadas seguintes, laborou, sucessivamente, em Mântua, Roma, Viena, Praga, Ferrara e Amesterdão. Apesar de se ter debruçado com extraordinária mestria sobre a generalidade dos géneros em voga na sua época, grande parte do seu prestígio ficou a dever-se aos mais de 550 concertos, decisivos para a estabilização formal e estilística do género.

AS QUATRO ESTAÇÕES:

O seu concerto “As Quatro Estações”, para violino e orquestra, é a mais popular de suas composições. Além de importante compositor de óperas, também atuou como regente, cenógrafo e empresário. Vivaldi faz parte da galeria dos mestres da música universal. Ainda criança começou a estudar violino com seu pai, violinista da Capela de São Marcos, em Veneza. Com dez anos já era exímio violonista e capaz de substituir o pai na orquestra da Basílica de São Marcos. Em 1693, com 15 anos, Vivaldi entrou para o convento, e passa a ser chamado “Il Prete Rosso” (o padre ruivo), por causa de seus cabelos ruivos. Em março de 1703, aos 25 anos, recebe as ordens sacerdotais. Em agosto desse mesmo ano, por recomendação dos nobres venezianos que mantinham a instituição, Vivaldi torna-se professor de violino e viola e ingressa no “Seminario Musicale dell’Ospedale della Pietà”, orfanato famoso por seu conservatório musical que mantinha um coral de vozes femininas, de cantoras que viviam reclusas na instituição. Ao ingressar no Ospedale, Vivaldi inovou as formas musicais do concerto originado na Itália em meados do século XVII e chamado de concerto grosso. Vivaldi transformou em concerto para solista e orquestra e modificou os movimentos dando maior vivacidade ao concerto, quebrando a monotonia de seus antecessores. O conjunto de “As Quatro Estações”, para violino e orquestra, é o mais popular de seus concertos. Através da música, descreve o verão, inverno, outono e primavera, explorando os instrumentos, em especial o violino, onde consegue imitar o canto dos pássaros, o trote dos cavalos e a tempestade. Impedido de celebrar missa em decorrência de uma doença crónica, Vivaldi compôs a maior parte das suas obras para os grupos musicais da instituição e assim consolidou a sua reputação como compositor e maestro do coral e da orquestra e por fim foi nomeado diretor do orfanato. A partir de 1713, o diretor do coro do Ospedale deixou o seu posto e a Vivaldi foi encomendada música vocal sacra. O compositor criou mais de trinta cantatas, oito motetes e um Stabat Mater. No mesmo ano, produziu a sua primeira ópera, “Ottone in Villa”. De 1718 a 1720, Vivaldi trabalhou na província de Mântua como diretor musical e compôs várias óperas. A música instrumental do barroco tardio deve a Vivaldi muitos dos seus elementos caraterísticos. Em fevereiro de 1728, estreia “As Quatro Estações” em Paris. A partir de 1729, parou de publicar as suas obras, por perceber que era mais lucrativo vender os manuscritos a compradores particulares. Novamente em Veneza, forneceu obras instrumentais para toda a Europa. A sua fama espalhava-se não só pela Itália, mas também pela França, Países-Baixos, Alemanha e Inglaterra. Nos teatros e nos salões as suas obras eram executadas com grande êxito. No dia 21 de março de1740, faz a sua última apresentação na Pietà, por ocasião de uma homenagem a Frederico Cristiano, príncipe da Polónia. Neste mesmo ano, Vivaldi saiu de Veneza e o seu nome caiu no esquecimento. Dous séculos depois saiu do anonimato e passou a ser objeto de estudos e pesquisas e ao lado de outros compositores passou a fazer parte da galeria dos mestres da música universal. Tal como antes assinalámos Vivaldi compôs 454 concertos, 23 sinfonias, 75 sonatas e quase quarenta operetas. Dentre as suas operetas destacam-se “Nero Fatto Cesare” (1715), “L’Arsilda Regina di Ponto” (1716), “La Constanza Trionfante delle’Amore” (1716) e “Orlando Finto Pazzo e Montezuma” (1733). Como antes assinalámos, os seus concertos foram tomados como modelos formais por vários compositores do barroco tardio, inclusive Bach, que transcreveu dez deles para teclados.

FICHAS DOS DOCUMENTÁRIOS:

1. António Vivaldi: Biografia. Duração 9 minutos (em castelhano).

2. António Vivaldi: As quatro estações. (The four seasons).

Duração: 42 minutos.

Nota: Com 18 min. existe outro com o mesmo título na ligação:

3. O melhor de Vivaldi. (The Best of Vivaldi).

Duração: 118 min.

4. Vivaldi: Música clássica para relaxar.

Duração: 84 min.

5. Vivaldi: 12 concertos para violino e oboé. Opus 7.

Duração: 104 min.

6. Vivaldi: Concertos para bandolim e alaúde.

Duração: 68 min.

7. Vivaldi: La Stravaganza. 12 concertos para violino.

Duração: 124 min. Ilustrado com imagens a cores.

8. Vivaldi: Concertos para violino (coleção completa).

Duração: 95 min. Ilustrado com imagens a cores.

DIA EUROPEU DA MÚSICA COM VIVALDI:

O Dia Europeu da Música celebra-se a 21 de junho. Foi escolhido o dia tradicional do solstício de verão com o objetivo de trazer os músicos para a rua. O primeiro Dia Europeu da Música celebrou-se em 1982 em França, por iniciativa do ministro francês da cultura Jack Lang. Em 1983 reuniram-se 200 000 músicos, atolando ruas, praças e parques, tendo crescido a iniciativa de ano para ano pela Europa fora. Neste dia os amantes de música desfrutam de descontos especiais nalgumas lojas, que oferecem até descontos durante todo o fim de semana da efeméride. Os parques, as salas de espetáculos e os espaços culturais organizam também concertos (gratuitos em muitos casos) de celebração da música. Alguns hotéis e restaurantes também oferecem programas musicais especiais. Em 2015 atuaram mais de 15.000 músicos e realizaram-se mais de 1.000 concertos na Europa neste dia.

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A música é um elemento essencial na vida de milhões de pessoas no mundo. Seja acompanhado ou sozinho, no Dia Europeu da Música deve ouvir (ou tocar) algumas das suas músicas preferidas. Partilhar os seus gostos musicais nas redes sociais para relembrar esta efeméride é outra sugestão de celebração para este melodioso dia. Mais de 700 cidades em 120 países, entre eles China, Índia, Austrália, Peru, Brasil, Equador, México, Canadá, os Estados Unidos e Japão, já festejam o dia em que músicos amadores e profissionais atuam na rua sob o lema “Que se faça música!” e oferecem a música à população, sobretudo em espaços abertos: ruas, parques, jardins, estádios e estações e, na grande maioria dos casos, de modo totalmente gratuito. Derivado de uma ideia do músico americano Joel Cohen, ainda em 1976, de celebrar o dia de solstício com música, esse dia serve para partilhar o que, para muitos, é um elemento essencial na sua vida. Foi depois do ano de 1985, celebrado como o Ano Europeu da Música, que vários países europeus aderiram à celebração nessa data. Em 1997, foi assinada a Carta de Budapeste através da qual os organizadores e coordenadores da iniciativa em vários países estabeleceram os objetivos comuns e convidaram os países fora do continente europeu para aderirem.

Já o Dia Internacional (Mundial) da Música, organizado pelo Conselho Internacional de Música, é mais reconhecido, mas não tem uma tradição muito maior: o primeiro foi celebrado a 1 de outubro de 1975, e por iniciativa do célebre músico, o violinista Yehudi Menuhin. O objetivo deste dia é sobretudo o de implementação dos ideais da UNESCO, paz e amizade entre os povos, troca de experiências e apreciação mútua de valores estéticos. E ainda, no dia 22 de novembro, festeja-se o Dia de Santa Cecília, padroeira da música sacra, dos músicos e dos poetas. Mas não sejamos surpreendidos que, além destes, já existem também dias mundiais dos pianistas, violinistas, saxofonistas, percussionistas… Afinal, que dia é que passamos sem a música? É uma arte (quando é arte) que nos toca a todos e cujo único sujeito é o Infinito, como ainda dizia E. T. A. Hoffmann. E merece ser celebrada todos os dias e todos os anos. E podemos dar a nossa contribuição, para nos juntarmos ao Dia Europeu da Música e partilharmos em comunhão e alegria os seus frutos espirituais.

A MÚSICA NA ESCOLA:

Vivaldi é um dos compositores de música clássica dos mais idóneos para fomentar entre os escolares dos diferentes níveis, desde infantil a secundária, o gosto e apreço pela música. Além do ensino da música e do canto, dentro da área curricular das áreas artísticas, os docentes desta disciplina poderiam e deveriam criar nos estabelecimentos de ensino clubes musicais, para desenvolver atividades musicais divertidas e atrativas para os escolares, entre as que gostaríamos de citar as seguintes:

– Aprendizagem para tocar algum instrumento musical, respeitando os gostos próprios de cada aluno: gaita, pandeireta, xilofone, acordeão, flauta, violino, guitarra, etc.

– Aprender a cantar canções populares do nosso rico folclore: A Rianjeira, Quatro velhos marinheiros, Se te casas em Ourense, A raiz do tojo verde, Indo pra feira de Anlhons, Chama-che-me moreninha, Eu queria-me casare, Amorinhos colhim na beirinha do mar, Viva a Crunha, viva Lugo…, Já fum a Marim, o Hino galego, etc.

– Idem a cantar as canções de Suso Vaamonde, e em especial, a dos Sonhos na gaiola, dos poemas de Manuel Maria, com preferência por O cuco, cuco cuqueiro e O caracol.

– Realizar audições musicais bem programadas previamente: de compositores de música clássica (ademais de Vivaldi, Bach, Albinoni, Verdi, Strauss, etc), de música popular, de cantautores (Cesária Évora, Zeca Afonso, Jair Rodrigues, Gail Costa, Elis Regina, Chico Buarque, Vinícius de Moraes, Roberto Carlos, Caetano Veloso, Martinho da Vila, Ugia Pedreira, Amáncio Prada, Dulce Pontes, etc.), de grupos galegos e portugueses (A Quenlha, A Roda, Luar na Lubre, Milhadoiro, Fuxam os ventos, Vozes ceibes, Madredeus, Maio moço, Colheita alegre, etc.), de corais (entre eles o nosso Coral de Ruada) e de bandas de música famosas.

– Organizar audições monográficas dedicadas a instrumentos musicais concretos: harpa (clássica, dos Andes, da Venezuela, da Irlanda, da Escócia, da Birmânia, de kora do Senegal, galega com Emílio Cao, etc), de flauta (clássica, dos Andes, árabe, da Índia, etc.), de violino, de clarinete, de sitar, de viola da gamba, de órgão, de piano, de guitarra, de saxofone, etc.

– Aprender o ABC da música usando os métodos Kodaly, Orff ou Aschero.

– Criar uma rondalha escolar e um coral no nosso estabelecimento de ensino.

– Convidar músicos e cantores locais, se os houvesse, para darem algum concerto no nosso estabelecimento de ensino.

– Ensinar a classificação dos instrumentos musicais, com desenhos, que também podem fazer os escolares, fotos, recortáveis, etc.: instrumentos de sopro, de corda, de percussão, instrumentos populares, instrumentos próprios da cultura indiana e de outras culturas do mundo, etc.

– Montar exposições e amostras com fotos e desenhos de grandes músicos e compositores, de importantes cantautores, de instrumentos musicais (por exemplo, os diferentes modelos de harpa que existem nos diversos países do planeta), de cartazes com letras de canções, etc.

– Realizar alguns vídeos sobre temas escolhidos pelos estudantes, que hão de decidir que música colocar na banda de som.

TEMAS PARA REFLETIR E REALIZAR:

Vemos os documentários citados antes, e depois desenvolvemos um Cinema-fórum, para analisar a forma (linguagem fílmica) e o fundo (conteúdos e mensagem) dos mesmos, assim como os seus conteúdos.

Organizamos nos nossos estabelecimentos de ensino uma amostra-exposição monográfica dedicada a António Vivaldi, a sua vida, a sua obra, e as suas maravilhosas composições musicais para diferentes instrumentos. Na mesma, ademais de trabalhos variados dos escolares, incluiremos desenhos, fotos, murais, frases, textos, lendas, livros e monografias.

Podemos levar a cabo na nossa escola e centro educativo audições de obras de Vivaldi, como por exemplo As 4 estações, e também os concertos para diversos instrumentos. E ainda seria mais lindo criar um clube musical em que os escolares pudessem aprender a tocar algum instrumento musical: violino, viola da gamba, violoncelo, harpa, clarinete, oboé, flauta, piano, fagote, sitar, tambura, tabla, etc. Também instrumentos da nossa música folclórica e popular: gaita-de-foles, pandeireta ou acordeão.

José Paz Rodrigues

É Professor de EGB em excedência, licenciado em Pedagogia e graduado pela Universidade Complutense de Madrid. Conseguiu o Doutoramento na UNED com a Tese Tagore, pioneiro da nova educação. Foi professor na Faculdade de Educação de Ourense (Universidade de Vigo); professor-tutor de Pedagogia e Didática no Centro Associado da UNED de Ponte Vedra desde o curso 1973-74 até à atualidade; subdiretor e mais tarde diretor da Escola Normal de Ourense. Levou adiante um amplíssimo leque de atividades educativas e de renovação pedagógica. Tem publicado inúmeros artigos sobre temas educativos e Tagore nas revistas O Ensino, Nós, Cadernos do Povo, Vida Escolar, Comunidad Educativa, Padres y Maestros, BILE, Agália, Temas de O ensino, The Visva Bharati Quarterly, Jignasa (em bengali)... Artigos sobre tema cultural, nomeadamente sobre a Índia, no Portal Galego da Língua, A Nosa Terra, La Región, El Correo Gallego, A Peneira, Semanário Minho, Faro de Vigo, Teima, Tempos Novos, Bisbarra, Ourense... Unidades didáticas sobre Os magustos, Os Direitos Humanos, A Paz, O Entroido, As árvores, Os Maios, A Mulher, O Meio ambiente; Rodrigues Lapa, Celso Emílio Ferreiro, Carvalho Calero, São Bernardo e o Cister em Ourense, em condição de coordenador do Seminário Permanente de Desenho Curricular dos MRPs ASPGP e APJEGP.

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  • http://www.notas.gal Eliseu Mera

    Obrigado, José, por nos lembrares a figura de Il Prete Rosso.