LUSOPATIA

5 dicas para uma acentuação intuitiva



Um desses óssos de aprender a escrever foi sempre a acentuação. Este post vai para aquelas pessoas que começam a dar os primeiros passos na ortografia internacional e sentem isto como um grande desafio. Sei que não estou a dar uma fórmula mágica, mas podemos entender esta publicação como umas regras para darmos menos erros.

Parece mentira, mas não é: o português foi feito para usarmos os menos acentos possíveis, acreditem. Normalmente, acentuamos (dentro das possibilidades) os grupos de palavras minoritários dentro da língua. Isto é, existem mais palavras como fazia, comia, pedia (pensem em todos os Pretéritos Imperfeitos!), Maria, democracia do que memória, história, vitória e é por isso que o português acentua estas últimas, para poupar-nos o trabalho.

O meu Genial.ly foi feito nessa chave: não sabes o que é significa Oxítona e Proparoxítona, não percebes patavina, mas queres acentuar na mesma. Começa então com estas dicas, carrega nas setas para veres mais!

Outro dia falar-vos-ei dos tipos de acentos e para que é que serve cada um. Fiquem com isto por enquanto.

Publicado em Lusopatia

Carme Saborido

Carme Saborido

Carme Saborido é uma ativista sociocultural e professora. Nasceu em Padrom em 1982 e licenciou-se em Filologia Galega na USC. Atualmente frequenta o grau de Língua e Literaturas Modernas na mesma universidade.

O seu blogue, Lusopatia , quer ser uma janela aberta ao mundo que permita ver os vastos horizontes e dinamismo da nossa comunidade linguística.
Carme Saborido

Latest posts by Carme Saborido (see all)

 

PUBLICIDADE